Polícia
Belo Horizonte – Polícia Militar inicia o processo de substituição de arquivos físicos por arquivos microfilmados

Na manhã desta quinta-feira (16), a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos de Arquivo (CPAD-LAI), sob a presidência da diretora da Diretoria de Recursos Humanos (DRH), Cel. Silma Regina Gomes da Rocha Oliveira e da Subcomissão Permanente de Avaliação de Documentos de Arquivo (SubCPAD-LAI), representada pelo Chefe do Centro de Gestão Documental (CGDoc), Ten-Cel. Luiz Eduardo Coelho, realizou a primeira eliminação de documentos em papel, por meio de fragmentação mecânica, em conformidade com a norma vigente. Inicialmente, 178 pastas funcionais de militares inativos foram descartadas na Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável (ASMARE), na unidade central da Avenida do Contorno em Belo Horizonte.
A Polícia Militar utilizava o arquivo documental em papel como único suporte para registro de suas informações. Esse suporte, embora convencional, apresentava limitações em termos de espaço físico e durabilidade. A instituição decidiu realizar uma transição fundamental na forma como gerencia seus documentos arquivísticos físicos e vem substituindo, aos poucos, pelo microfilme. Dessa forma, os microfilmados permanecerão disponíveis no CGDoc para consulta e preservação.
O Arquivo Público Mineiro (APM), Instituição Arquivística do Poder Executivo, desempenhou um papel fundamental nesse processo, fornecendo orientações técnicas e autorizações necessárias para a eliminação/substituição segura dos documentos em papel. O microfilme oferece maior segurança contra perdas de informações por incêndios, inundações ou deterioração natural do papel. Representa eficiência, economia de tempo e recursos na localização de informações específicas. Garante a preservação das informações em longo prazo, garantindo que permaneçam acessíveis e legíveis ao longo do tempo e reduz a necessidade de grandes espaços físicos.
De acordo com o Ten-Cel. Luiz Eduardo Coelho, trata-se de um momento histórico para o CGDoc, para a Diretoria de Recursos Humanos (DRH), e para toda Polícia Militar, pois foi realizada a primeira eliminação física de pastas funcionais, após efetivados todos os procedimentos técnico-legais, e aprovação pelo órgão fiscalizador da Gestão Documental do Poder Executivo de Minas Gerais. “Esta mudança representa um marco significativo na jornada de melhoria contínua da instituição e na garantia da integridade de suas informações”, afirmou.
Fonte: Policia Militar de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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