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Ação da PCMG e PCBA apreende adolescente com material pornográfico

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na manhã desta terça-feira (28/11), mandado de busca e apreensão com o objetivo de coibir a ameaça de ataque a uma universidade da Bahia. Durante cumprimento da ordem judicial na casa de um adolescente de 15 anos, localizada na região Leste de Belo Horizonte, os policiais encontraram celular e computador contendo vasto material pornográfico infanto-juvenil, motivo pelo qual o menor de idade foi apreendido em flagrante.

A operação é resultado de investigação da Polícia Civil da Bahia (PCBA), por meio da Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Ilhéus), que acionou a PCMG. A suspeita da polícia baiana era de um possível ataque a uma universidade daquele estado.

Suposto ataque

Em ocorrência, registrada no último dia 16 de novembro, há informação de envio de um e-mail para a instituição de ensino com diversas ameaças. Pela PCMG, a ação foi realizada pela equipe da 1ª Delegacia Especializada de Apuração de Ato Infracional (Deai), com o apoio do Laboratório de Tecnologia e Inteligência Cibernética (CyberLab) da PCMG, que identificou a origem do e-mail. De acordo com a PCBA, no dia 20 deste mês, outro e-mail teria sido enviado à instituição de ensino com material pornográfico.

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Segundo o delegado da PCMG Ângelo Ramalho, os indícios apontam que o adolescente apreendido integra um grupo maior. “Ele é tido como um dos responsáveis por realizar as ameaças e espalhar conteúdos de ódio. Na própria residência do menor de idade, foi possível verificar os dispositivos informáticos utilizados por ele, sendo encontrados materiais que confirmam a sua participação em grupos de ódio e das ameaças à universidade”, contou Ângelo.

Apreensão

Após a apreensão em flagrante do adolescente, ele foi encaminhado à Justiça da Infância e da Juventude na capital mineira. “Em depoimento, ele afirmou que não tinha intenção de colocar em prática as ameaças. O jovem está sendo ouvido e o material apreendido será periciado pela PCMG”, disse Ângelo.

As investigações prosseguem tanto pela PCMG quanto pela PCBA para a elucidação dos fatos e a devida identificação e responsabilização de envolvidos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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