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Operação Lápide II: PCMG cumpre mandados em São Paulo

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na última sexta-feira (1/12), no estado de São Paulo, a segunda fase da Operação Lápide, que teve como alvo uma organização criminosa especializada em furtos a residências e condomínios nas regiões Centro-Oeste e Sul de Minas.

Durante a ação, desencadeada nos bairros Campos Elíseos, Vila Regina, Jardim Limoeiro e Jardim Ipanema, todos na capital paulista, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados.

As apurações da PCMG são realizadas pela equipe de investigação de furtos e roubos da Delegacia Regional em Divinópolis. “Os mandados judiciais foram expedidos para apreender instrumentos de crime, identificar outros integrantes da associação criminosa e recuperar os pertences das vítimas, notadamente joias, cujo prejuízo aproximado foi de R$ 1 milhão”, explicou o delegado Vivalde Levilesse.

A ação contou com o apoio da Agência de Inteligência Policial do 7º Departamento de Polícia Civil em Divinópolis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

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Operação Lápide

Na primeira fase da operação, realizada na cidade mineira de Divinópolis, em 28 de setembro deste ano, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante três indivíduos suspeitos de integrar uma associação criminosa investigada por furtos a apartamentos. O trio, que é natural de São Paulo, estava ocupando um veículo alugado com placas daquele estado. Parte dos bens subtraídos das vítimas foi recuperada.

Leia mais sobre as prisões dos investigados: clique AQUI .

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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