Polícia
PCMG prende suspeito de agredir a companheira e espancar motorista

Em Lagoa Dourada, região do Campo das Vertentes, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, nesta quarta-feira (6/12), a prisão de um suspeito de homicídio tentado contra um motorista, bem como de lesão corporal, na forma da Lei Maria da Penha. Os fatos ocorreram há menos de um mês, quando o investigado teve uma discussão com a companheira. Na ocasião, a pessoa que tentou ajudar a mulher teria sido espancada.
Os policiais civis responsáveis pelo caso realizaram as investigações e, após análise de imagens de câmeras de segurança, oitiva de testemunhas, entre outros levantamentos, conseguiram chegar à autoria dos crimes. As agressões ao motorista resultaram em múltiplas fraturas na região da face, como do maxilar e do osso zigomático.
A partir dos elementos colhidos, o delegado Roberto Fernando Nóbrega Filho solicitou à Justiça pela prisão preventiva do investigado, que, após expedição do mandado, foi localizado e detido pelos policiais civis. “O receio de fuga ou linchamento do investigado eram grandes, e o Poder Judiciário teve papel decisivo em atender de forma célere a representação pela medida cautelar”, destacou o delegado.
Após o cumprimento do mandado, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.
Os crimes
Na madrugada do dia 12 de novembro, o investigado, de 19 anos, teria iniciado uma discussão com a companheira, de 33, e passado a agredi-la em uma via pública do município de Lagoa Dourada. Após as agressões, a mulher conseguiu pedir socorro a um veículo que passava pelo local.
O motorista, de 51 anos, saiu da caminhonete para tentar auxiliar a mulher, porém teria sido agredido pelas costas pelo investigado, que desferiu um soco na cabeça do homem, sem chance de defesa, causando o desmaio dele.
Após a queda, o suspeito continuou as agressões, com vários socos contra a cabeça e o rosto da vítima, mesmo após tentativas da companheira de intervir nos fatos. A mulher foi, então, jogada no asfalto e também recebeu uma série de golpes na cabeça e no rosto. Em seguida, com a mulher caída no chão, o investigado voltou a agredir o motorista com diversos chutes na cabeça, no rosto e no peito.
A companheira do suspeito ainda se levantou e tentou impedir que ele acabasse matando o homem, que estava desacordado. Contudo, foi jogada novamente no chão e agredida com socos e pontapés no rosto e nas costas. Com a chegada de outras pessoas para tentar socorrer a vítima, o investigado agarrou a mulher pelos braços e fugiu do local dos crimes.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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