Política
Projetos do orçamento de 2024 e do PPAG podem ir a Plenário

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária com membros das demais comissões permanentes (FFO ampliada) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, na manhã desta segunda-feira (11/12/23), pareceres favoráveis aos Projetos de Lei (PLs) 1.496/23, que institui o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) para o quadriênio de 2024-2027, e 1.497/23, que traz o Orçamento Fiscal do Estado e de Investimento das Empresas Controladas pelo Estado para 2024.
Os pareceres já haviam sido distribuídos em avulso (cópias) em reunião anterior e agora estão prontos para ser discutidos e votados em Plenário.
No caso do PL 1.497/23, que traz o Orçamento Fiscal do Estado, o parecer do relator e também presidente da FFO, deputado Zé Guilherme (PP), é pela aprovação do projeto, com diversas emendas apresentadas por deputadas e deputados, por blocos parlamentares, pelo governador e pelo próprio relator.
O parecer sobre o PL 1.496/23, igualmente relatado pelo deputado Zé Guilherme, é pela aprovação do projeto do PPAG também com emendas apresentadas por parlamentares.
Pela primeira vez desde 2021, meta de resultado primário é de superávit
De acordo com o parecer sobre o PL 1.497/23, a receita anual do Estado é estimada em R$ 103,84 bilhões e a despesa fixada em R$ 111,93 bilhões, resultando em deficit fiscal de R$ 8,09 bilhões, excluídas as chamadas receitas e despesas intraorçamentárias.
Na comparação com o Orçamento de 2023 aprovado pela ALMG, é previsto um aumento de 7,82% para a receita, de 11,70% para a despesa e de 127,55% para o déficit fiscal.
Pela primeira vez desde 2021, entretanto, a meta de resultado primário é de superávit (R$ 3,492 bilhões), mesma previsão para 2025 (R$ 5,37 bilhões) e 2026 (R$ 7,03 bilhões).
O resultado primário é o total de receitas menos as despesas, mas excluindo o pagamento de juros da dívida do Estado.
Com relação às empresas controladas pelo Estado, o projeto fixa seus investimentos em R$ 8,09 bilhões, valor 2,28% superior ao previsto no ano anterior.
Texto prevê R$ 1,45 bilhão de compensação por tragédias com barragens
Com relação às receitas correntes, a estimativa de arrecadação é de R$ 141,64 bilhões para 2024, crescimento estimado de 10,28% em relação a 2023.
Já para as receitas de capital são previstos R$ 2,68 bilhões, valor 19,36% menor do que o do ano anterior, e dos quais R$ 1,45 bilhão (54%) são oriundos dos chamados Recursos Recebidos por Danos Advindos de Desastres Socioambientais, ou seja, a compensação pelo rompimento de barragens de mineração no Estado (Mariana, na Região Central, em 2015, e Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 2019).
As receitas correntes devem ter um crescimento estimado de 10,28% em relação ao ano anterior. Tal situação decorre especialmente, segundo explica o parecer, do aumento da receita tributária, que representa 72,72% do montante total previsto.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) corresponde a 55,80% da Receita Tributária.
A previsão é que a arrecadação do ICMS aumente 10,52% em relação ao valor estimado para o ano anterior, atingindo R$ 79,04 bilhões em 2023. E a arrecadação do Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA) será 29,50% maior em comparação com aquela prevista para 2023.
Os recursos recebidos pelo Estado por meio das chamadas transferências correntes equivalem a 16,97% das receitas correntes. A estimativa é de aumento de 1,66% nos recursos a serem recebidos em 2023. Elas são constituídas, em sua maioria, pelos repasses constitucionais da União relativos ao Fundo de Participação dos Estados (FPE), de 32,69%, e ao Fundeb, de 49,39%.
O parecer traz ainda a previsão de novos benefícios fiscais de R$ 8,10 bilhões para 2024, uma queda de 8,17% em relação ao orpamento deste ano.
PPAG teve consulta popular
Já no parecer do PL 1.496/23, o relator lembrou também que a tramitação do PPAG incluiu amplo processo de consulta popular promovido pela Assembleia Legislativa, inclusive no interior do Estado, com 612 sugestões analisadas e aglutinadas por programa, gerando 76 Propostas de Ação Legislativa (PLEs), muitas delas transformadas em requerimentos.
O PPAG contém o planejamento de médio prazo do governo, com estratégias, diretrizes e metas da administração para um período de quatro anos, e passa por revisões anuais, podendo sofrer mudanças, sempre dentro do que é proposto pelo Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI).
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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