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PCMG prende suspeito de matar companheira a facadas em Contagem

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Divulgação/PCMG

Quatro dias após o feminicídio de uma jovem de 18 anos em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) esclareceu o crime e prendeu preventivamente o companheiro da vítima, um homem de 22 anos.

A mulher foi morta na madrugada do último dia 10 de janeiro, por voltada das 1h, no apartamento dela, onde morava com a mãe e o suspeito passava alguns dias. Conforme as investigações, conduzidas pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios em Contagem, o investigado atingiu a vítima, que estava com o filho de sete meses, com diversas facadas e, após o crime, deixou o local, levando a criança, o que foi registrado pelas câmeras de segurança do prédio.

Posteriormente, no mesmo dia, o suspeito retornou ao local e entregou a criança a familiares, fugindo novamente. Ele não foi localizado pela polícia naquele dia. “Assim que a Polícia Civil tomou conhecimento dos fatos, comparecemos ao local do crime e iniciamos os levantamentos, com entrevista de testemunhas e coletando imagens, o que permitiu, assim, produzir um relatório em um tempo bem curto, possibilitando representar pela prisão preventiva”, detalha o delegado do caso, Ítalo Fernandes de Almeida.

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Pronta resposta

O mandado de prisão foi expedido pela Justiça dois dias depois do crime, no último 12 de janeiro. A partir de então, a Polícia Civil intensificou as buscas pelo investigado, tentando identificar quem pudesse estar acobertando a fuga dele. “Por conta desses esforços, isso levou ele a planejar se entregar à polícia. Assim, por meio de advogado, realizou contato com a Polícia Civil para dar sua versão dos fatos. Na tarde dessa terça-feira (16/1), ao chegar na delegacia, foi surpreendido com a ordem de prisão”, revelou o delegado.

Segundo o delegado Ítalo Fernandes, apesar de o suspeito ter se mantido em silêncio, outras provas de autoria foram colhidas. “O que nos chamou a atenção foi uma postagem realizada em rede social dizendo que não se arrependia e até faria de novo”, revelou. Além disso, a PCMG entrevistou familiares da vítima, os quais confirmaram que o suspeito era possessivo com a companheira, fazendo questão de estar sempre próximo e vigilante. “Segundo testemunhas, ele já teria dito, inclusive, que não aceitaria o término do relacionamento sob nenhuma circunstância”, completou o delegado.

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Alerta

Conforme ressaltou Ítalo Fernandes, feminicídios como esse devem servir de alerta para as mulheres que vivem em situação de violência doméstica. “Sabemos que era uma mulher muito jovem e que sofria violência no contexto familiar, algo que, infelizmente, escalou para este bárbaro e lamentável crime. Por isso é importante, que ao menor sinal de comportamento agressivo, que as mulheres busquem imediatamente a polícia”.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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