Polícia
PCMG prende suspeito de matar idoso a facadas em Santa Luzia
Em menos de 24 horas após o início do trabalho investigativo, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu um homem, de 45 anos, investigado pela morte de um idoso, de 64, em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O corpo da vítima foi localizado na última segunda-feira (15/1), e o suspeito identificado e localizado no dia seguinte. Tão logo reuniu elementos, a PCMG representou à Justiça pela prisão preventiva e executou o mandado contra ele ainda na terça-feira (16/1).
De acordo com a delegada Adriana das Neves Rosa, titular da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH) em Santa Luzia, o crime ocorreu no dia 11 deste mês, mas somente foi descoberto quando vizinhos do idoso sentiram falta dele, bem como perceberam forte odor vindo do imóvel onde morava. “Diante da situação, fizeram contato com a filha da vítima que possuía as chaves da casa e, ao adentrar na residência, ela visualizou o corpo do pai já em estado de putrefação”, descreve.
Ainda segundo a delegada, tão logo foi constatado se tratar de morte violenta, a equipe da DEH iniciou as apurações e chegou ao suspeito, que em depoimento confessou ter matado a vítima. “Ele afirma que tiveram um desentendimento em razão de desacordo comercial por um programa sexual, e que o idoso foi até a cozinha e pegou uma faca. Os dois começaram a brigar, e a vítima teria caído com a faca na mão. Ele conta que pegou a mão que a vítima segurava a faca e, direcionando para o peito dela, desferiu três golpes”, informa.
Embora o investigado tenha apresentado sua versão, Adriana explica que a polícia trabalha, além da linha de homicídio, com a hipótese de latrocínio. “Testemunhas e parentes afirmam que a vítima tinha o hábito de ostentar que sempre tinha dinheiro na carteira ou em casa, e o suspeito tem várias passagens por furto e roubo. Inclusive, teria dito em uma conversa de bar que seria muito fácil alguém agredir a vítima e subtrair esses valores em espécie”, conta.
Nesse ponto, a delegada completa que o suspeito confessou ter subtraído pertences do idoso após a morte dele. “Afirmou que subtraiu cerca de R$ 30 da vítima e aparelho celular. Pelas imagens de CFTV [Circuito Fechado de TV], foi possível identificar que o investigado subtraiu também a bicicleta da vítima. Então vamos prosseguir com as investigações para esclarecer a motivação”, pontua.
O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e se encontra à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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