Polícia
Operação Mateus 5:21 termina com três presos na região Leste de Minas

Nesta quinta-feira (18/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio da Polícia Militar (PMMG), deflagrou a operação Mateus 5:21 visando ao cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão e outros três de prisão temporária, em Peçanha, região Leste do estado.
O trio detido durante a ação, de 18, 20 e 30 anos, é investigado pela tentativa de homicídio de uma mulher, de 34, e de um homem, de 24, além do envolvimento com tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares e cadernos de anotações. Com a formalização dos procedimentos de polícia judiciária, os presos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.
A ação, coordenada pela Delegacia de Polícia em Peçanha, contou com o apoio das Delegacias de Guanhães, São João Evangelista, Virginópolis e Santa Maria do Suaçui.
Levantamentos
As investigações iniciaram no dia 12 de janeiro deste ano, após o registro do duplo homicídio tentado. Na ocasião, as vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo enquanto dormiam, na cidade de Cantagalo.
Com base nos levantamentos preliminares, a PCMG efetuou a prisão do primeiro suspeito, detido em flagrante pelo crime. No decorrer das investigações, concluiu-se que a motivação do atentado seria um conflito relacionado ao tráfico de drogas na cidade, sendo identificados cinco suspeitos de envolvimento no fato.
Assim, a PCMG representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pelo poder judiciário.
Foco operacional
A operação desencadeada hoje teve como objetivo reprimir crimes graves cometidos na região, desarticulando a organização criminosa alvo da ação, investigada por envolvimento com o tráfico de drogas. De acordo com o delegado Marceleandro Clementino da Silva, a ação também visou evitar a consumação de homicídios, desabastecer os criminosos durante o Carnaval e fortalecer o compromisso da PCMG junto à sociedade.
As investigações continuam a fim de prender outros dois suspeitos que permanecem foragidos.
Mateus 5:21
O nome da operação faz alusão ao versículo bíblico que diz: “Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’, e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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