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Três membros de grupo criminoso são presos por tentativas de homicídio

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Campos Gerais, Sul do estado, desencadeou operação, na última segunda-feira (22/1), que terminou com a prisão preventiva de três suspeitos de uma dupla tentativa de homicídio ocorrida no último dia 31 de dezembro.

Na ocasião, um homem foi abordado por quatro suspeitos que saíram de um carro, no bairro Jardim Botânico, e foi atingido por tiros de metralhadora na testa e no maxilar. Como resultado do atentado, outro homem que estava próximo ao local do crime acabou sofrendo disparos também e foi socorrido ao hospital.

Com o início dos levantamentos investigativos, a Polícia Civil identificou uma testemunha ocular, que apontou a identidade de três dos suspeitos. Assim, a equipe policial descobriu que os suspeitos integram grupo criminoso voltado para o tráfico de drogas e conheciam a vítima alvo. Além disso, o mesmo homem teria sido vítima de um atentado, por parte do grupo, no dia 21 de dezembro.

O delegado Kennedy Guimarães, responsável pelas investigações, destaca que o mandante dos crimes chegou a executar um “julgamento paralelo” da vítima no decorrer das apurações. “O investigado determinou que seus subordinados, fossem até a casa da testemunha, no último dia 4 de janeiro, quando surpreenderam a vítima e a levaram para um local onde criminosos são julgados e passam por sanções”, revela o delegado. “Assim, a vítima da tentativa de homicídio teria sido julgada culpada e a sanção seria retirar a queixa na polícia, caso contrário, seria morto”, completa Guimarães.

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Com o desenrolar do inquérito policial, a PCMG requisitou à Justiça os mandados de prisão preventiva, os quais foram deferidos e cumpridos na última segunda-feira (22). O trio foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça. A investigação segue em andamento para identificação do quarto envolvido nos crimes.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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