REPÚDIO

AÉCIO CRITICA OMISSÃO DE LULA SOBRE NOVO ATAQUE À DEMOCRACIA NA VENEZUELA

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Após o Governo da Venezuela proibir a candidatura de María Corina Machado à Presidência da República e a impedir de disputar eleições por 15 anos, diversas lideranças políticas do Brasil se manifestaram contra o silêncio do presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, do PT.

Um dos manifestantes foi o deputado federal, Aécio Neves (PSDB/MG), que afirmou “Mais uma vez o governo Lula se cala sobre novo ato ditatorial do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.”

O ex-governador de Minas ainda salientou que proibir uma mulher de coragem e ética, forte e consciente de ser candidata por ser contra uma ditadura opressora que jogou o país na fome e na miséria é a prova cabal e lamentável de que, para o governo Lula, democracia é um conceito relativo, para ser defendido apenas quando lhe é conveniente.

Enquanto os países democráticos estão pedindo explicações ao ditador, o governo Lula, por sua omissão, aprova o banimento de uma mulher das urnas, para Aécio o Brasil precisa se manisfestar e essa covardia não pode ir adiante.

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“E é por acreditar na democracia de forma plena que manifesto minha solidariedade à Maria Corina Machado e a todos os democratas da Venezuela e trabalharei para que o Poder Legislativo brasileiro se manifeste de forma contundente em favor de eleições livres no país vizinho, já que o Poder Executivo parece não se preocupar com a gravidade de mais esse ato de violência da ditadura amiga”. Finalizou o neto do presidente Tancredo.

Aécio apresentou na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden) uma moção de repúdio à omissão do governo federal a mais essa agressão à democracia na Venezuela.

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Coluna Minas Gerais

Deputado do PL multiplica contas bancárias de instituições ligadas a membros do INSS

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O deputado Eros Biondini (PL-MG), conhecido por dedicar seu mandato a Deus, parece ter tentado um milagre diferente — a multiplicação do gado. Mas, em vez de alimento ou progresso, o que se viu foi a multiplicação dos gastos.

Com uma emenda parlamentar de R$ 5 milhões, Eros destinou o recurso ao Instituto Terra e Trabalho (ITT), presidido por Vinícius Ramos da Cruz, cunhado do líder da Conafer — entidade investigada pela CPMI da farra do INSS.

O dinheiro público, que deveria fortalecer a agricultura familiar, acabou servindo de exemplo de como muito pode virar quase nada. Só no aluguel de duas caminhonetes S10, foram gastos R$ 373 mil, ou R$ 30 mil por mês por veículo. No mercado, o mesmo carro sai por menos de r$ 13.000,00. Com o total pago, daria pra comprar uma caminhonete nova e ainda sobrar para um carro popular.

O projeto também destinou R$ 699 mil para um curso de inseminação artificial de 36 horas, ministrado por uma empresa recém-criada no Maranhão, com capital de apenas R$ 20 mil. E o maior escândalo: R$ 3,1 milhões reservados para 5 mil inseminações bovinas, ao custo de R$ 627 cada — cinco vezes acima da média nacional, segundo dados do Cepea/Esalq/USP.

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Biondini, que costuma dizer que seu trabalho é guiado pela fé, agora tenta se livrar do escândalo alegando “não saber” das irregularidades. Disse que, ao descobrir, buscou o TCU, a CGU e o MPF para acompanhar o caso.

Mas fica a pergunta que não quer calar:

como alguém destina R$ 5 milhões sem saber onde o dinheiro vai parar, sem ler o plano de trabalho, sem sequer comparar preços?

Enquanto o deputado prega milagres nos palcos da fé, o que se viu no orçamento foi um milagre às avessas — onde muito dinheiro se transforma em quase nada.

A Justiça já anunciou que pretende investigar todas as emendas acima de R$ 2 milhões, para entender quantos outros “milagres” como esse ainda estão escondidos no curral das verbas públicas.

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