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Red Bull Bragantino empata fora de casa na Pré-Libertadores

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O Red Bull Bragantino estreou com um empate na partida de ida da segunda fase da Copa Conmebol Libertadores. Na noite desta terça-feira (20), em Medellín, o Massa Bruta ficou no 0 a 0 com Águilas Doradas (COL) no Estádio Atanasio Girardot,

As equipes decidem uma vaga para a terceira fase na próxima terça-feira (27), no Nabizão. Antes disso, o Massa Bruta entra em campo neste sábado (24) para encarar o Ituano pelo Campeonato Paulista. O duelo será realizado no Estádio Dr. Novelli Júnior, às 16 horas, em Itu.

O jogo

O Braga não perdeu tempo e se lançou ao ataque logo no início da partida. Com 2 minutos de jogo, Viitinho cobrou escanteio na área e viu Sasha se livrar da marcação para bater de primeira. A bola passou ao lado da trave esquerda antes de sair pela linha de fundo.

A equipe colombiana respondeu aos 12 minutos com um chute de Garavito da entrada da área, mas Cleitou encaixou a finalização.

Aos 20 minutos, Helinho avançou em velocidade pela direita, driblou o marcador e bateu na área tirando do goleiro. A bola cruzada passou em frente ao gol e saiu ao lado da trave. Aos 31, Helinho recebeu de Lucas Evangelista e cruzou na pequena área. Vitinho conseguiu cabecear antes do marcador, porém a bola passou por cima do travessão.

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Aos 41, Léo Ortiz desviou cobrança de escanteio na primeira trave e viu a bola desfilar na pequena área à meia altura, porém ninguém do Braga chegou para empurrar ao gol.

O Águilas Doradas voltou do intervalo exigindo um pouco mais de Cleiton. Aos 16 minutos, o goleiro bragantino saltou para defender cobrança de falta de Salazar. Aos 27, o camisa 1 encaixou cabeceio de Vuletich.

O Massa Bruta voltou a criar no lance seguinte. Nacho Laquintana recebeu lançamento em profundidade e rolou para a entrada da área. Lincoln bateu de primeira, porém a bola subiu demais e saiu pela linha de fundo.

A melhor chance da partida surgiu aos 34 minutos. Após cobrança de escanteio de Lincoln e desvio da zaga rival na área, Nacho Laquintana finalizou sozinho na segunda trave, mas o uruguaio não pegou bem na bola e desperdiçou a oportunidade.

Aos 41, Luan Cândido finalizou bola levantada na área com um cabeceio, mas Contreras defendeu. Três minutos depois, Nacho bateu de longe, porém o goleiro Contretas defendeu mais uma vez e garantiu o empate sem gols na Colômbia.

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Águilas Doradas 0 x 0 Red Bull Bragantino
Local: Estádio Atanasio Girardot, em Medellín (COL);
Árbitro: Gustavo Tejera (URU);
Assistentes: Carlos Barreiro (URU) e Pablo Llarena (URU);
Cartões amarelos: Vitinho, Sasha, Jadsom (Red Bull Bragantino); Varela e Victor Moreno (AGU);

Red Bull Bragantino: Cleiton; Nathan Mendes, Lucas Cunha, Léo Ortiz e Luan Cândido; Raul (Lincoln), Jadsom (Gustavo Neves) e Lucas Evangelista; Helinho (Guilherme), Sasha (Nacho Laquintana) e Vitinho (Thiago Borbas). Técnico: Pedro Caixinha.

Águilas Doradas: Contreras; Puerta, Quiñónes, Varela e Garavito; Víctor Moreno, Cells, Jesús Rivas (De la Rosa) e Pineda (Ávalo); Salazar (Pardo) e Jorge Ramos (Vuletich). Técnico: Hernán Gomez.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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