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Polícia Civil prende homem em hospital de BH

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Divulgação/PCMG

Assim que acionada, na manhã dessa segunda-feira (19/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) agiu prontamente e efetuou a prisão em flagrante de um homem, de 39 anos, em Belo Horizonte. Ele acompanhava a esposa, de 43 anos, com hematomas no rosto, em um hospital da região Leste da capital, onde a equipe médica suspeitou que ela teria sofrido violência doméstica e o homem preso pela PCMG. Depois de ser ouvido, teve a prisão ratificada pelos crimes de violência psicológica e fraude processual.

A ação da equipe do Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam) ocorreu logo depois que a equipe médica acionou a polícia. No momento em que a mulher, gestante de três meses, passava pela triagem para ser atendida, o homem a impediu de repassar detalhes no hospital. Ela teria sido agredida e o companheiro estaria intimidando-a para não ser denunciado.

De acordo com a delegada Amanda Pires, titular do Projeto Remodelagem do Defam, há registros anteriores de agressões por parte dele. “Temos notícia de que essa mulher já teria sido agredida em outras oportunidades, com violências física e de caráter psicológico. Há indícios de que o suspeito controlava as ações e o comportamento dela”, relatou.

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A delegada ressaltou ainda que, além de violência psicológica e fraude processual em que o homem teve sua prisão em flagrante ratificada, a Polícia Civil já tem elementos para o indiciamento do suspeito também por outros crimes. “Há uma ocorrência de agressão no sábado (17/2) e não houve flagrante do crime de lesão corporal na ocasião, embora haja elementos para indiciamento do autor por este crime e também por ameaça”, complementou.

A investigação prossegue pela PCMG com a equipe De acordo com a delegada Amanda Pires, titular do Projeto Remodelagem do Defam, há registros anteriores de agressões por parte dele. “Temos notícia de que essa mulher já teria sido agredida em outras oportunidades, com violências física e de caráter psicológico. Há indícios de que o suspeito controlava as ações e o comportamento dela”, relatou.

A delegada ressaltou ainda que, além de violência psicológica e fraude processual em que o homem teve sua prisão em flagrante ratificada, a Polícia Civil já tem elementos para o indiciamento do suspeito também por outros crimes. “Há uma ocorrência de agressão no sábado (17/2) e não houve flagrante do crime de lesão corporal na ocasião, embora haja elementos para indiciamento do autor por este crime e também por ameaça”, complementou.

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A investigação prossegue pela PCMG com a equipe da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher na capital para completa apuração dos fatos e a devida responsabilização do suspeito, que se encontra no sistema prisional à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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