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Corinthians perde para Ponte Preta e se complica no Paulistão

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O Corinthians entrou em campo, numa Neo Química Arena lotada, neste domingo (25.02), pela décima rodada do Paulistão

O time lutou o jogo todo, com muita garra, entrega, e diversas bolas na direção do gol da Ponte Preta, mas não conseguiu empatar após o rival fazer 1×0 logo no início do jogo. Agora, o Timão volta à Casa do Povo em 2 de março, sábado, para tentar reverter a situação e uma última chance de classificação.           

Aos cinco minutos de jogo, a Ponte Preta abriu o placar. Em cobrança de falta realizada por Elvis, ele chutou direto e Carlos Miguel espalmou. No rebote, Iago Dias, de cabeça completou para o gol, 1 a 0.

O Corinthians tentou dar a resposta aos 12: Fagner achou Rodrigo Garro na entrada da área, o camisa 16 chutou e a bola foi para fora. Aos 22 minutos, em cobrança de escanteio de Garro, Gustavo Henrique também cabeceou além da meta pontepretana.

O Timão se lançava mais ao ataque, em busca do empate, mas ficava um pouco mais ansioso na hora da finalização e não conseguia uma jogada mais perigosa. O Alvinegro tinha muito mais posse de bola e mais volume de jogo.

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Wesley fez uma excelente jogada, aos 34 minutos. Com velocidade, ele foi para cima da marcação, pela esquerda, levou a bola para dentro e bateu de perna direita: o goleiro Pedro Rocha espalmou.

O árbitro deu três minutos de acréscimo.

Aos 47 minutos, Wesley levantou na área e Romero cabeceou para fora. Após esse lance, a primeira etapa foi encerrada.

Segundo tempo
O Timão voltou para o segundo tempo indo pra cima da equipe da Ponte Preta. Aos três minutos, Hugo levantou na área e Yuri Alberto cabeceou para fora.

Aos 11 minutos, o Timão mexeu pela primeira vez: saíram Romero e Gustavo Henrique e entraram Pedro Henrique e Matías Rojas.

O Timão seguia tentando chegar ao empate, apesar de um pouco ansioso no último passe, antes da finalização. O alvinegro chegou novamente com perigo aos 24 minutos: Rojas recebeu e bateu colocado, a bola foi para fora.

Aos 25, mais duas mexidas: saíram Wesley e Fagner, entraram Biro E Matheus França. O Coringão continuou pressionando, sem deixar a Ponte respirar. Aos 31 minutos, nova mudança: saiu Hugo, entrou Gustavo Silva.

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O Timão não saia do ataque. Somente aos 43 minutos a Ponte conseguiu subir, arriscando com um chute de Léo Naldi, que isolou a bola acima da meta de Carlos Miguel. Aos 45, Felix Torres quase empata de cabeça, após bola cruzada no escanteio de Rojas!

O árbitro deu seis minutos a mais. Raniele entrava pela esquerda, aos 5 minutos de acréscimo, e foi derrubado na boca da área. Rojas bateu e a zaga isolou para escanteio. Até Carlos Miguel subiu para a área em novo escanteio cobrado por Rojas: Felix Torres subiu muito bem e cabeceou na trave! O juiz apitou o final do jogo.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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