Polícia
PCMG indicia dupla por homicídio de usuário de drogas na capital

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que apurou o assassinato de um homem, de 25 anos, no Vila Mariquinhas, bairro Jaqueline, em Belo Horizonte. Dois homens, de 20 e 35 anos, apontados como líder e gerente do tráfico de drogas na localidade, foram indiciados pelo crime.
Conforme levantamentos da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH) Venda Nova, responsável pelas investigações, no dia 28 de dezembro do último ano, a vítima estava em um ponto de ônibus quando foi surpreendida pelos suspeitos, que estavam em uma moto. O garupa efetuou diversos disparos de arma de fogo contra o homem, que conseguiu se refugiar em casa buscando auxílio da família, mas morreu pouco depois no hospital.
Investigação
Segundo apurado, o crime foi motivado por uma manifestação de poder da dupla investigada, envolvidos no tráfico de drogas na região. Meses antes do homicídio, a vítima e um amigo, o investigado de 20 anos, pegaram emprestada uma moto de propriedade do suspeito de 35 anos para se dirigirem a um bar próximo a uma boca de fumo, onde fizeram uso de substâncias entorpecentes. O homem deixou o estabelecimento mais cedo, e a vítima, pouco depois, trocou o veículo por drogas.
A partir do fato, a vítima passou a ser ameaçada e intimidada pelos investigados, que conseguiram recuperar a motocicleta, mas exigiram o pagamento dos reparos. A investigação aponta que a mãe da vítima estava quitando a dívida de forma parcelada, o que desagradou os suspeitos, que ordenaram o pagamento integral à vista.
“Tem-se, pelos levantamentos realizados, que a motivação do delito foi repugnante, perpetrada apenas por pura representação de poder, eis que os investigados não aceitaram pagamento parcelado por parte da vítima e de seus familiares. A ação homicida também resultou perigo comum, uma vez que foi praticada em via pública, um ponto de ônibus”, esclarece a delegada que presidiu o inquérito policial, Ariadne Coelho.
Durante as investigações, a PCMG obteve relatos de testemunhas, inclusive da mãe da vítima, que corroboraram a identificação dos investigados. Um deles foi reconhecido pela camisa que utilizavam no momento do crime.
Prisões
O suspeito de 35 anos foi preso temporariamente no dia 15 de janeiro deste ano, durante ação policial da equipe da DEH Venda Nova. Já o investigado de 20 anos teve a cautelar temporária cumprida pela Polícia Militar no dia 10 de fevereiro. O primeiro tem registros anteriores por tráfico, uso de drogas, homicídio tentado, roubo, estupro, entre outros. O segundo, por roubo, tráfico, porte ilegal de arma de fogo e sequestro e cárcere privado.
Com a conclusão do procedimento, a Polícia Civil encaminhou o inquérito policial ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para oferecimento de denúncia e conversão das prisões temporárias em preventivas.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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