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Manifestação de servidores da segurança volta à pauta

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Nesta quinta-feira (7/3/24), nova audiência está agendada para discutir, às 10 horas, o cerceamento de manifestação dos servidores da segurança pública, que em 8 de fevereiro teriam sido impedidos de entrar no Espaço Cívico da Cidade Administrativa, sede do Governo do Estado, durante ato por recomposição salarial.

Para a reunião, que será realizada pela Comissão de Segurança Pública no Auditório José Alencar da Assembleia Legslativa de Minas (ALMG), foi novamente convocado o chefe do Gabinete Militar do governador, coronel PM Carlos Frederico Otoni Garcia, que teria dado a ordem de restrição ao espaço.

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A audiência foi solicitada pelos deputados Sargento Rodrigues, que preside a comissão, e Caporezzo, ambos do PL. Convocado para uma primeira reunião, realizada na terça-feira da semana passada (27/2), o chefe do Gabinete Militar compareceu à ALMG sem trajar a farda militar, levando os deputados a reagendarem o debate.

O presidente da comissão considerou uma afronta o fato de o coronel PM estar usando traje civil, tendo o militar argumentado que não estava representando naquele dia a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), e sim a Chefia do Gabinete Militar do governador, instância que disse ser autônoma, e não vinculada à PMMG, o que segundo ele dispensaria o uso do traje militar na ocasião.

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O presidente da comissão discordou, registrando que, como policial militar que continua na ativa, a farda seria necessária, e encerrou a audiência dizendo que o convocado ficava advertido de que atendesse à nova convocação fardado.

Violação de direitos

A manifestação em questão foi organizada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia Civil no Estado de Minas Gerais (Sindepominas), pelo Sindicato dos Policiais Penais do Estado de Minas Gerais (Sindppen-MG) e outras entidades sindicais, cujos representantes devem participar da audiência desta quinta (7).

Os dois deputados acompanharam o ato e argumentam no requerimento da audiência pública tratar-se de manifestação pacífica e previamente anunciada, e que ao impedir o acesso ao Espaço Cívico, o governo “violou o livre e regular exercício de mandato pelos parlamentares e representantes de classe” presentes.

Nesse sentido, o objetivo da audiência é obter esclarecimentos sobre a violação de garantias constitucionais. O requerimento destaca que a Constituição Federal (artigo 5º, inciso XVI) diz que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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