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PCMG identifica mulher que se passava por policial nas redes sociais

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apurou, na tarde dessa terça-feira (5/3), denúncia sobre uma mulher que estaria postando fotos em redes sociais, utilizando roupas semelhantes às usadas pela PCMG, inclusive com uma capa de colete balístico com o brasão da instituição, no município de Conselheiro Lafaiete, região Central do estado.

A partir de investigações realizadas pela equipe da PCMG na cidade, foram realizados levantamentos das redes sociais da investigada, de 21 anos, que foi identificada e teve sua residência localizada, no bairro Manoel de Paula. Já no local, os policiais civis estiveram em contato com familiares da suspeita, que informaram que a jovem está sendo submetida a tratamento psicológico, porém não apresentaram documentação que comprovasse o acompanhamento médico.

Durante as buscas na residência, foram encontrados um agasalho de moletom na cor preta contendo um brasão da Polícia Civil de Minas Gerais, bem como uma bota e uma calça tática, ambos na cor preta. Em outro endereço da investigada, no mesmo bairro, a equipe policial localizou uma capa de colete balístico e, anexados à peça, um coldre, porta-algemas e porta-carregadores.

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Todos os materiais e o celular da suspeita foram apreendidos. A mulher foi levada até a Delegacia de Polícia Civil de Plantão, onde confirmou os fatos, informando que comprou na internet o símbolo da instituição, com objetivo de colocar nas roupas e tirar fotos para postar em suas redes sociais, apresentando aos policiais, inclusive, o comprovante da compra do material.

De acordo com a delegada responsável pelo caso, Glaucia Rodrigues Pereira, “assim que recebeu a denúncia de que uma pessoa estaria se passando por policial civil, a equipe de policiais agiu imediatamente para apurar a situação. Fatos esses que foram confirmados quando encontraram na casa da investigada todos os materiais, que agora estão apreendidos”. O inquérito policial cabível foi instaurado.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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