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PCMG conclui investigação do duplo homicídio de irmãs em Ipatinga

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que apurou o duplo homicídio de duas irmãs, de 34 e 50 anos, em Ipatinga, no Vale do Rio Doce. Os corpos das vítimas foram encontrados no dia 6 de janeiro, com múltiplos disparos de arma de fogo, amarrados e amordaçados.

Após a localização dos corpos das vítimas, em uma região de descampado localizada no bairro Chácaras Madalena, a equipe da Polícia Civil iniciou os levantamentos e identificou quatro responsáveis pelo crime, sendo três homens de 18 anos e um de 22.

A PCMG descobriu que as irmãs foram vítimas de crime de latrocínio, uma vez que os suspeitos tiveram motivação patrimonial para cometê-lo. Segundo a cronologia resgatada pela equipe policial, as vítimas foram sequestradas, levadas para um cativeiro onde pelo menos uma delas foi estuprada e sofreu lesões corporais graves, chegando a quebrar a mandíbula e os dentes. Durante o cativeiro, foram roubados R$ 1 mil em dinheiro, dois celulares e dez brincos de ouro utilizados por uma das mulheres.

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Com a identificação dos investigados, a PCMG representou pela decretação das prisões temporárias e expedição de seis mandados de busca e apreensão, os quais foram cumpridos na operação Xeque-Mate, no dia 5 de fevereiro. Na ocasião, três suspeitos foram localizados e presos. A Polícia Civil apurou posteriormente que o investigado foragido se escondeu em Governador Valadares, no Leste de Minas, e teria sido executado por integrantes da organização criminosa ligada a ele.

Os celulares das vítimas foram recuperados e apreendidos em poder dos receptadores. Com a conclusão do inquérito policial, a Polícia Civil remeteu o procedimento à Justiça com pedido de decretação de prisões preventivas dos três presos, medida deferida.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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