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PCMG prende suspeito de estuprar e engravidar filha em Itinga

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Divulgação/PCMG

Um homem de 47 anos, suspeito de estuprar as três filhas – de 13, 17 e 25 anos – e engravidar uma delas, foi preso preventivamente, no último sábado (16/1), na comunidade rural de Cabeceira do Teixeirinha, em Itinga, região do Jequitinhonha. As investigações desencadeadas pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) revelaram, ainda, que ele pretendia manter um relacionamento a três com a filha mais velha e a esposa dele, de 45.

A denúncia chegou à PCMG em 10 de janeiro deste ano, por meio do Conselho Tutelar, dando conta, inicialmente, dos abusos sexuais sofridos pelas meninas de 13 e 17 anos. Com o desenrolar da investigação, a equipe da Delegacia de Polícia Civil em Araçuaí, responsável pelo inquérito, descobriu que a primeira vítima dos estupros foi a filha mais velha, atualmente com 25 anos, abusos estes que resultaram no nascimento de uma criança, hoje com 5 anos de idade.

“As vítimas relataram que, quando a irmã mais velha engravidou do pai, este a privava de alimentos e a forçava a tomar remédio para aborto”, revelou o delegado Ciro Trindade Roldão de Carvalho, responsável pelo caso. “A esposa do suspeito, de 45 anos, no início das investigações, negou todos os fatos e induzia que suas filhas, as vítimas, mentissem em suas declarações. Contudo, resolveu contar a verdade dos fatos quando seu marido a propôs que vivessem uma relação amorosa em trio: marido, esposa e a filha mais velha de 25 anos”, completou.

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Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil imediatamente representou pela prisão preventiva do suspeito, medida deferida pelo Poder Judiciário.

Prisão

Há dias a PCMG tentava a prisão do investigado, que, esperando pela ação da polícia desde o início das apurações, preparou uma rota de fuga. “Ele chegou, inclusive, a abrir um buraco no meio da vegetação densa do local próximo onde vivia para facilitar a fuga, mas nossa equipe de investigadores conseguiu a localização exata dele no sábado e a prisão foi efetuada”, informou.

O investigado foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para apurar outros supostos abusos sexuais cometidos pelo suspeito, bem como para apurar se houve conduta criminosa por parte da mãe das vítimas.

*Foto: Arquivo PCMG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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