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Fluminense vence Vasco em clássico carioca pela terceira rodada do Brasileirão

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Deu Fluminense no primeiro clássico carioca do Brasileirão. Em jogo válido pela terceira rodada, o Time de Guerreiros derrotou o Vasco, neste sábado (20/04), por 2 a 1, conquistando no Maracanã sua primeira vitória na competição. Paulo Henrique Ganso e Martinelli balançaram a rede para o Tricolor, que vai aos quatro pontos e, neste momento, salta para o oitavo lugar da tabela de classificação.

A equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz volta a campo nesta quinta-feira (25/04), quando enfrenta o Cerro Porteño-PAR, às 19h, no Estádio Nueva Olla, pela terceira rodada da CONMEBOL Libertadores.

PRIMEIRO TEMPO

O clássico começou equilibrado, com o Fluminense pressionando a saída de bola do Vasco e apostando nos cruzamentos em direção à área. Foi assim que caiu o primeiro zero do placar. Aos 9 minutos, Marcelo cruzou na medida para Paulo Henrique Ganso surgir entre os zagueiros e, de cabeça, acertar o canto esquerdo do goleiro. O camisa 10 precisou subir mais que a zaga para balançar a rede.

Aos 16 minutos, Marquinhos avançou à linha de fundo pela direita e lançou para Germán Cano, na segunda trave, finalizar de primeira, mandando por cima. Pouco depois, Jhon Arias cobriu falta direto para o gol, mas errou o alvo. A finalização de longe de Marcelo, aos 41, parou nas mãos do arqueiro.

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SEGUNDO TEMPO

Com o controle das ações e domínio da posse de bola, o Fluminense voltou a campo buscando envolver o Vasco com sua troca de passes. A iniciativa surtiu efeito logo no primeiro minuto, quando Marquinhos tabelou com Samuel Xavier e finalizou cruzado para defesa do goleiro. Germán Cano tentou a sobra, mas o arqueiro ficou com ela.

Em contra-ataque puxado por ele mesmo, Martinelli, aos 7, ampliou, após receber cruzamento de Samuel Xavier, dominar no peito e empurrar para o fundo da rede. O rival diminuiu instantes depois. A resposta imediata veio com a finalização de Jhon Arias, interceptada pelo goleiro.

O clássico ganhou emoção, mas o Tricolor, ainda assim, soube criar perigo, como em um chute de Marcelo, que explodiu na zaga, e cobrança de falta de Marquinhos, que carimbou o travessão. Aos 40, o atacante disparou rumo à área, mas mandou nas mãos do goleiro. No fim, o Flu ainda avançou com Jhon Arias, cara a cara, e Douglas Costas, arriscando a longa distância. As finalizações, porém, acabaram espalmadas pelo arqueiro.

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FICHA TÉCNICA

Campeonato Brasileiro – 3ª rodada

20/04/2024, 16h – Maracanã

Fluminense (2)

Fábio; Samuel Xavier, Manoel, Felipe Melo (Antônio Carlos) e Marcelo; André, Martinelli e Paulo Henrique Ganso (Lima); Jhon Arias, Marquinhos (Douglas Costa) e Germán Cano (John Kennedy). Técnico: Fernando Diniz

Vasco (1)

Léo Jardim; Paulo Henrique, Maicon, Léo e Lucas Piton; Sforza (Zé Gabriel), Mateus Carvalho (Hugo Moura) e Galdames (Erick Marcus); David (Clayton), Rossi (Rayan) e Vegetti. Técnico: Ramón Díaz

Gols: Paulo Henrique Ganso (9′ 1T) e Martinelli (7′ 2T) (FLU); Vegetti (10′ 2T) (VAS)

Cartões amarelos: Felipe Melo, Paulo Henrique Ganso, André e Lima (FLU); Galdames, Mateus Carvalho, Vegetti, Hugo Moura e Zé Gabriel (VAS)

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio, auxiliado por Bruno Boschilia e Leone Carvalho Rocha

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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