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Athletico perde na estreia da 3ª fase da Copa do Brasil para o Ypiranga

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O Athletico foi a Erechim, no Rio Grande do Sul, para estrear na Copa do Brasil de 2024. No primeiro duelo da terceira fase, contra o Ypiranga, o adversário levou a melhor.
O resultado foi 2 a 1 para o time gaúcho, que virou o placar nos últimos minutos da partida.O time athleticano sentiu o desgaste da maratona de jogos e viagens, além da dificuldade em jogar no gramado alto do Estádio Colosso da Lagoa.
O segundo confronto contra o Ypiranga será no dia 22 de maio, na Ligga Arena, em que o Furacão precisa reverter a vantagem adversária.
O Athletico começou o primeiro tempo com uma tentativa de gol logo no primeiro minuto. Zapelli cobrou escanteio, a defesa do Ypiranga tirou e a bola sobrou para Canobbio, que chutou por cima do gol e o goleiro Bento garantiu a segurança da meta athleticana logo em seguida, quando Alisson Taddei desceu pela esquerda e chutou.
Pablo quase abriu o placar, aos quatro minutos. Ele cruzou rasteiro, a defesa tentou fazer o corte e o zagueiro tirou a bola quase em cima da linha.O Athletico começou bem a partida, mas o Ypiranga passou a pressionar a saída de bola athleticana depois dos 10 minutos.

O Furacão conseguiu recuperar o volume de jogo e o resultado da evolução saiu aos 34’. Zapelli desceu pelo meio e fez um excelente passe para Canobbio, que chutou forte da direita. Lindo gol e 1 a 0 para o Athletico!

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No segundo tempo, o Furacão demonstrou o cansaço e a dificuldade em jogar no gramado alto do estádio de Erechim, dando espaços ao adversário.

O técnico Cuca promoveu a primeira alteração na equipe aos 19 minutos. Mastriani entrou no lugar de Pablo. Aos 25’, entraram Madson, Gabriel e Nikão, nos lugares de Léo Godoy, Felipinho e Julimar, com o intuito de dar mais fôlego para a equipe.

Mas o Ypiranga continuou a pressionar e teve um gol invalidado aos 32’, por impedimento.

Aos 36’, Zapelli, que foi o destaque do Athletico no jogo, foi substituído por Christian.

Mesmo com as substituições, o Furacão não conseguiu segurar o resultado. Aos 43 minutos, quase saiu o gol adversário, em lance que foi revisado pelo VAR.

E, aos 50 minutos e aos 52 minutos, o Ypiranga marcou os gols que definiram o placar. O primeiro em jogada de contra-ataque e o segundo em um chute de fora da área.

Ficha técnica

Ypiranga 2×1 Athletico Paranaense

Copa do Brasil 2024 – Terceira fase
Data: 01/05/2024 (quarta-feira)
Horário: 18h
Local: Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim (RS)

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Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann (SC)
Assistentes: Bruno Muller (SC) e Gizeli Casaril (SC)
Quarto árbitro: Julio Cesar Pfleger (SC)
Árbitro de vídeo: Charly Wendy Straub (SC)

Ypiranga: Alexander; Willian Gomes, Fernando, Mendonça e Gedeilson; Anderson Uchôa, Caio Mello, Alisson Taddei (Amarildo, aos 36’ do 2T) e Reifit (Mateus Anderson, aos 17’ do 2T); Jhonatan Ribeiro (Fabrício, aos 40’ do 2T) e Edson Cariús (Zé Vitor, aos 17’ do 2T).

Técnico Thiago Carvalho
Gols: Mateus Anderson, aos 50’ do 2T, e Fabrício, aos 52’ do 2T.
Cartões amarelos: Edson Cariús (31’ do 1T), Thiago Carvalho (40’ do 1T), Mateus Anderson (50’ do 2T), Fabrício (53’ do 2T)

Athletico Paranaense: Bento; Léo Godoy (Madson, aos 26’ do 2T), Kaique Rocha, Mateo Gamarra e Esquivel; Erick, Felipinho (Gabriel, aos 26’ do 2T) e Zapelli (Christian, aos 36’ do2T); Canobbio, Pablo (Mastriani, aos 19’ do 2T) e Julimar (Nikão, aos 26’ do2T).
Técnico: Cuca
Gol: Canobbio, aos 34’ do 1T.
Cartões amarelos: Mateo Gamarra (41’ do 1T), Léo Godoy (15’ do 2T), Zapelli (29’ do 2T), Madson (47’ do 2T).

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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