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Homem é preso por uso irregular de agrotóxico em Santana do Riacho

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Divulgação/PCMG

Um homem, de 53 anos, foi indiciado e preso pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nesta segunda-feira (20/5), pelos crimes de uso de agrotóxico em desacordo com determinação legal, exposição da saúde de outrem em perigo, coação no curso do processo e desobediência a ordem legal, além da contravenção penal de vias de fato.

Os crimes foram cometidos em janeiro deste ano, na Comunidade Mato Capim, zona rural de Santana do Riacho, na Região Metropolitana, contra um idoso de 66 anos.

Motivação

As investigações iniciaram após denúncia sobre o uso de defensivos agrícolas próximo a uma residência, provocando reações alérgicas no morador. Por meio de investigações, a PCMG apurou que o suspeito e a vítima possuíam desavenças anteriores, pois a vítima teria ingressado com uma ação judicial sobre a posse de parte do imóvel em que os fatos ocorreram. O conflito teria resultado em diversas ocorrências policiais, registradas desde 2020.

De acordo com o apurado, o juízo da comarca de Jaboticatubas havia determinado ao suspeito que se abstivesse de entrar na propriedade da vítima, o que vinha sendo reiteradamente descumprido pelo investigado, inclusive no dia da prisão, que foi cumprida no local.

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Investigação

A equipe de investigação confirmou, por meio de notas fiscais e de receita agronômica, que o suspeito adquiriu herbicida sendo que, para utilizá-lo, era necessário contratar um responsável técnico. Porém, câmeras de vídeo confirmaram que a aplicação foi realizada pelo próprio investigado.

De acordo com a bula da substância, o defensivo não poderia ser aplicado em distância inferior a 500 metros de povoação.

Coação

Dias após a vítima ter denunciado os fatos à polícia, o investigado passou a agir de forma mais violenta. Ele foi flagrado por câmeras de vídeo arremessando pedras na residência da vítima, em caráter intimidatório.

Já em março deste ano, o suspeito entrou em vias de fato com a vítima, empurrando-a, o que também foi objeto de registro em vídeo.

Assim, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado, cumprida hoje.

Durante interrogatório, o investigado confirmou que adquiriu o defensivo agrícola e que não contratou profissional habilitado para aplicá-lo, alegando que teria utilizado pequena quantidade no local próximo onde reside a vítima.

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As investigações foram concluídas.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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