Minas Gerais
Exportações de Minas já somam US$ 13,4 bilhões em 2024 e balança comercial mantém ritmo positivo

As relações comerciais de Minas com o mercado internacional acumulam resultados positivos em 2024. No 1º quadrimestre do ano, as exportações do estado somaram US$ 13,4 bilhões, um aumento de 8,8% em comparação ao mesmo período em 2023.
Considerando todo o fluxo comercial, isto é, a soma das operações de importação e exportação, Minas Gerais contabilizou US$ 18,3 bilhões nos quatro primeiros meses do ano. Assim, o saldo comercial fechou com um superávit de US$ 8,5 bilhões, alta de 14% em comparação com a mesma época de 2023.
O levantamento do Governo de Minas, realizado por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), aponta ainda Minas Gerais como terceiro estado em exportação do País, com uma fatia de 12,3% do total dos embarques nacionais.
“O saldo positivo na balança comercial demonstra a força da nossa capacidade produtiva e é também um retrato do ótimo relacionamento do estado com o mercado internacional. Manter uma indústria consolidada e ter acesso às rotas de escoamento da produção são duas ações que andam juntas, e Minas Gerais, hoje, tem todo o know-how para isso”, destaca o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio.
Produtos e destinos
Os principais produtos exportados pelo estado de janeiro a abril foram: minério de ferro (35,1%), café (16,9%), soja (7,8%), ferroligas (5,3%) e açúcares (4%). Nesse sentido, Minas Gerais foi também o principal estado brasileiro exportador de minério de ferro (US$ 4,7 bilhões), café (US$ 2,3 bilhões) e ferroligas (US$ 704 milhões).
Os embarques mineiros alcançaram 174 mercados, nos quatro cantos do mundo, tendo como principais países compradores China (40,9%), Estados Unidos (9,8%), Argentina (3,7%), Alemanha (3,4%) e Países Baixos (3,3%).
Além disso, no 1º quadrimestre de 2024, Minas Gerais também aumentou suas exportações para a China (US$ 775 milhões), Estados Unidos (US$ 222 milhões), Bélgica (US$ 103 milhões), Suíça (US$ 90 milhões) e Canadá (US$ 56 milhões).
Dentre as mesorregiões do estado, as que apresentaram destaque nas exportações no mesmo intervalo foram: Metropolitana de Belo Horizonte (47,7%), Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba (20,1%) e Sul/Sudoeste de Minas (15,4%). Os principais municípios exportadores foram: Conceição do Mato Dentro (6,1%), Araxá (5,9%) e Nova Lima (5,8%).
Indústria domina as importações
Diante do superávit na balança comercial, as importações indicam um cenário de desenvolvimento da indústria mineira. Elas somaram US$ 4,9 bilhões no primeiro quadrimestre de 2024, com um pequeno aumento de 0,8% se comparado com o mesmo período do ano anterior.
As importações foram concentradas na indústria de transformação (93,5%), seguida da indústria extrativa (5,3%). Entre os principais produtos importados por Minas no primeiro quadrimestre de 2024 estiveram: diodos, transistores e similares a semicondutores (6,3%), automóveis (4,9%), carvão de pedra, briquetes, bolas e combustíveis sólidos semelhantes (4,1%), partes e acessórios de automóveis (3,2%) e veículos para transporte de mercadorias (2,8%).
Dentre as mesorregiões de destaque nas importações mineiras estão: Metropolitana de Belo Horizonte (42,6%), Sul/Sudoeste de Minas (28,8%) e Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba (10,5%). Além disso, no 1º quadrimestre de 2024, os principais municípios importadores foram: Betim (14,1%), Extrema (10,5%) e Uberaba (6,8%).
Dos 128 mercados de origem, a China (25,7%) se manteve como principal parceira comercial nas importações mineiras, acompanhada dos Estados Unidos (13,2%), Argentina (8,3%), Itália (5,4%) e Alemanha (4,7%).
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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