Política
FFO avaliza mudanças no Poder Judiciário

Nesta quarta-feira (5/6/24), dois projetos de autoria do Tribunal de Justiça (TJ) receberam pareceres favoráveis à sua aprovação da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) e agora já podem retornar ao Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para deliberação de 2º turno.
O Projeto de Lei Complementar (PLC) 40/24 promove alterações na Lei Complementar 59, de 2001, que contém a organização e divisão judiciárias do Estado.
Entre as inovações, está a criação de circunscrições judiciárias por grupos de comarcas, assim como do Centro de Apoio Jurisdicional nas comarcas sedes dessas circunscrições.
O projeto também cria dez cargos de juiz de direito auxiliar, de segundo grau, com o direito a receber a diferença de subsídio para o cargo de desembargador. Essa diferença salarial é também prevista para juízes auxiliares da corregedoria, da vice-presidência e da presidência do Tribunal de Justiça.
Outras mudanças são a instituição do “auxílio pré-escolar” e a possibilidade de os magistrados, assim como os servidores do Tribunal de Justiça, receberem pelo menos um terço da remuneração ao tirar férias.
Ainda de acordo com a proposição, os servidores poderão converter em dinheiro as férias não gozadas e outras vantagens de natureza remuneratória, quando não usufruírem do seu direito por necessidade de serviço, assim como as férias-prêmio.
Por fim, o PLC garante aos servidores a possibilidade de exercerem mandato eletivo em diretoria de entidades sindicais de representação estadual, altera a relação de comarcas constantes na Lei Complementar 59, de 2001, e dispõe sobre a manutenção dos responsáveis interinos em serventias extrajudiciais vagas.
Presidente da FFO e relator da matéria, o deputado Zé Guilherme (PP) sugeriu alterações no texto aprovado em 1º turno, por meio do substitutivo nº 1.
A nova versão inclui sugestão do deputado Ricardo Campos (PT) para que a comarca de Manga (Norte de Minas) seja classificada como de segunda entrância.
Além disso, incorpora proposta de emenda dos deputados Ricardo Campos, Leleco Pimentel (PT), Celinho Sintrocel (PCdoB) e Lucas Lasmar (Rede) e das deputadas Andréia de Jesus (PT) e Leninha (PT), estabelecendo que as serventias extrajudiciais em distritos e municípios que não sejam sede de comarca funcionarão nessas mesmas localidades.
A comissão também aprovou proposta de emenda do deputado João Magalhães a qual determina que, nos distritos com mais de 130 mil habitantes, haverá um Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais, Interdições e Tutelas acumulado com um Tabelionato de Notas.
Outras cinco propostas de emendas relativas a mudanças em comarcas foram rejeitadas.
Criação e extinção de cargos
Já o PL 1.835/23 cria, extingue e transforma cargos de provimento em comissão no quadro de pessoal dos servidores do Poder Judiciário.
Além das alterações em cargos, a proposição também estabelece a possibilidade de jornada de oito horas diárias e 40 horas semanais por parte dos servidores efetivos.
O projeto define, ainda, que o servidor efetivo nomeado para função de confiança de assessoramento da Direção do Foro fará jus à sua remuneração acrescida de gratificação.
Por fim, promove alterações na Lei 23.478, de 2019, que unifica os quadros de pessoal dos servidores da Justiça de Primeira e Segunda Instâncias, quanto aos critérios para a lotação dos cargos de assessor de juiz, assistente de juiz e das funções de confiança de assessoramento da direção do foro.
Relator, o deputado Zé Guilherme não sugeriu alterações no texto aprovado em 1º turno. Foram rejeitadas duas propostas de emendas. Uma do deputado Sargento Rodrigues (PL), que retroagia a maio de 2022 os efeitos da permissão para que servidor nomeado para cargo comissionado optasse pela jornada diária de oito horas no cargo efetivo do qual seja titular.
A outra é do deputado Doutor Jean Freire (PT), que buscava impedir a revogação de artigo da Lei 9.730, de 1988, que proíbe a nomeação de parentes de membros do Tribunal de Justiça para o cargo de assessor judiciário de desembargador.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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