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Operação Virtude: PCMG protege e orienta idosos em Belo Horizonte

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Divulgação/PCMG

Na semana marcada pelo Dia Mundial da Consciência da Violência contra a Pessoa Idosa, celebrado no sábado (15/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou da operação Virtude, deflagrada para investigar denúncias de crimes, instaurar inquéritos, realizar visitas a abrigos e vítimas de violência, além de incentivar denúncias. As ações estão em andamento desde o dia 10 de junho em todo o estado e nesta sexta-feira (14/6) foi o Dia D, com ação educativa na Praça Sete de Setembro, Centro de Belo Horizonte.

A equipe da Delegacia Especializada de Atendimento à Pessoa com Deficiência e ao Idoso (Deadi) esteve em seis Instituições de Longa Permanência (ILPs) nas regiões Noroeste e Venda Nova, na capital, em atuação conjunta com a Vigilância Sanitária, na última segunda (10/6), terça (11/6) e quarta-feira (12/6).

Instituições de Longa Permanência

No decorrer da operação Virtude, durante visita às ILPs, a Vigilância Sanitária atuou na fiscalização do estabelecimento e a PCMG na existência de eventual prática criminosa envolvendo a pessoa idosa. De acordo com a investigadora Maria Fernanda, uma das ILPs funcionava de forma clandestina. “A proprietária tinha um asilo no bairro Coqueiros que foi fechado pelo Ministério Público; depois se mudou para Contagem, cujo estabelecimento também foi fechado, e ela estava atuando no bairro Novo Glória de forma clandestina. No local, encontramos cinco idosos e a Vigilância Sanitária autuou a proprietária estabelecendo um prazo de sete dias para que os idosos retornassem aos familiares”, relatou. “Nos demais asilos, as visitas se deram de forma tranquila. A PCMG não constatou qualquer situação de maus-tratos ou outro crime, como abandono afetivo”, concluiu Fernanda.

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Dia D

Esta sexta-feira (14/6), dia D da operação Virtude, foi marcada por uma ação integrada que reuniu as forças de segurança pública e instituições parceiras na Praça Sete, região Central de BH. A equipe da Deadi representou a PCMG com abordagem educativa para conscientizar sobre direitos dos idosos e divulgar os canais de ajuda para a proteção de pessoas da terceira idade.

A iniciativa para sensibilizar os mineiros sobre a importância de proteger os idosos e combater a violência foi da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e além da PCMG, contou com outras instituições como a Defensoria Pública e o Ministério Público.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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