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Museu em Januária é dedicado ao pão de queijo

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Museu é dedicado ao pão de queijo

O Museu Memorial do Pão de Queijo, localizado em Januária, no Norte de Minas, é o primeiro do Brasil dedicado à história dessa iguaria típica de Minas Gerais. Inaugurado em 2013, o museu homenageia o casal Geraldo e Dália Farias, conhecidos quitandeiros que vendiam pão de queijo e outras delícias para os passageiros de barcos a vapor no Rio São Francisco. O espaço preserva objetos históricos e culturais relacionados à produção artesanal do pão de queijo, oferece oficinas culinárias e degustação.. (Gazeta Norte Mineira – Montes Claros – Foto:Reprodução))

https://gazetanm.com.br/nas-aguas-do-velho-chico-saiba-onde-fica-o-primeiro-museu-do-brasil-dedicado-ao-pao-de-queijo/

 

Cantata de Natal da Almg

A 16ª edição da Cantata de Natal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ocorrerá na próxima quarta-feira, 4 de dezembro de 2024, às 19h, no Palácio da Inconfidência, em Belo Horizonte, com entrada gratuita. O evento reunirá mais de 300 vozes, incluindo o Coral da ALMG e 14 corais parceiros, e contará com a participação especial da Orquestra Opus. A apresentação, que será transmitida pelo canal da ALMG no YouTube e Facebook, celebra o espírito natalino e promove a integração entre instituições públicas e a comunidade, além de valorizar a música erudita. (Balcão News – Belo Horizonte)

https://balcaonews.com.br/2024/11/25/cantata-de-natal-da-almg-sera-na-proxima-quarta-feira-dia-4/

 

Ouro Preto inaugura Natal

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O Natal de Ouro Preto 2024 foi inaugurado no último sábado (23), com a iluminação oficial da Praça Tiradentes, dando início à temporada de festas “Natal de Ouro Preto Luz e História”. A programação deste ano inclui atrações culturais como Folias de Reis, Pastorinhas, corais, e cortejos com artistas circenses, além de uma imponente árvore de Natal de 22 metros em frente ao Museu da Inconfidência. A cidade, que espera receber cerca de 90 mil turistas até 6 de janeiro de 2025, celebra a união da tradição local com a iluminação natalina, criando um espetáculo de luz e cultura.. (O Liberal – Ouro Preto)

https://oliberalinconfidentes.com.br/destaque/ouro-preto-inaugura-natal-de-luz-com-programacao-historica-e-cultural/

 

Violência contra servidores aumenta

A violência nos serviços de saúde cresceu quase 28% em Juiz de Fora este ano. Foram 359 ocorrências registradas entre janeiro e setembro, contra 281 no mesmo período de 2023. Os dados são do Observatório de Segurança Pública de Minas Gerais. No topo da lista de 2024 estão os furtos, com 76 casos, seguidos por “outras infrações contra a pessoa”, com 57 registros, e por ameaças, com 52. Vias de fato/agressão, danos e lesões corporais também aparecem entre os crimes mais comuns, com 18, 20 e 11 anotações, respectivamente. (Tribuna de Minas – Juiz de Fora)

https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/26-11-2024/violencia-saude-cresce-jf.html

 

Ipatinga tem Selo em alfabetização

O município de Ipatinga conquistou o Selo Ouro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), uma iniciativa do Governo Federal que visa garantir a alfabetização de crianças até o 2º ano do Ensino Fundamental e recuperar aprendizagens prejudicadas pela pandemia. A cidade alcançou 95 pontos, destacando-se pelo esforço e investimento contínuo na educação, incluindo a formação de professores e gestores, e a implementação de políticas de alfabetização. O selo reconhece os avanços na qualidade educacional e coloca Ipatinga entre os municípios com os melhores índices de alfabetização do Brasil. O programa prevê investimentos de R$ 2 bilhões ao longo de quatro anos. (Diário do Aço – Ipatinga)

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https://www.diariodoaco.com.br/noticia/0120286-municipio-de-ipatinga-e-distinguido-pelo-mec-com-selo-ouro-em-alfabetizacao

 

ANM alerta 44 barragens

A Agência Nacional de Mineração (ANM) alertou para o risco elevado de rompimento em 44 barragens de rejeitos de mineração em Minas Gerais durante o período chuvoso, afetando mais de 60 mil pessoas. Essas barragens acumulam mais de 517 milhões de metros cúbicos de rejeitos, um volume 11 vezes superior ao do desastre de Mariana, em 2015. A barragem de Serra Azul, em Itatiaiuçu, é uma das mais críticas, com nível 3 de emergência e risco iminente de ruptura, apesar dos esforços da ArcelorMittal para construir uma estrutura de contenção até 2025. Muitos problemas nas barragens, como falhas em estruturas de drenagem e infiltrações, aumentam a vulnerabilidade, e a ANM exige maior fiscalização e medidas preventivas das mineradoras para evitar acidentes graves. (Por Dentro de Minas)

https://pordentrodeminas.com.br/noticias/gerais/2024/11/anm-alerta-para-risco-elevado-em-44-barragens-de-minas-gerais-durante-periodo-chuvoso/

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Coluna Minas Gerais

Mesmo com alta produção, Minas Gerais passa a importar tilápia pela primeira vez em quase 30 anos

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Entrada de produto estrangeiro acende alerta para competitividade, tributação e sanidade do setor

Minas Gerais registrou, pela primeira vez desde 1997, a importação de tilápia, mesmo em um cenário de forte crescimento da piscicultura estadual. Em fevereiro de 2026, foram importadas 122 toneladas do Vietnã, segundo dados do ComexStat — o primeiro registro da série histórica.

O movimento acompanha uma tendência nacional. No mesmo período, o Brasil importou mais de 1,3 mil toneladas de filé de tilápia, volume equivalente a cerca de 4,1 mil toneladas de peixe vivo, segundo o Ministério da Agricultura. Pela primeira vez, as importações superaram as exportações e passaram a representar 6,5% da produção mensal do país.

  • Importação não é falta de produção — é preço

Segundo a analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, Nathália Rabelo, o cenário não está ligado à escassez interna, mas sim a fatores econômicos.

┃ O filé importado chega com preços mais competitivos, resultado da produção em larga escala e dos custos menores no Vietnã. Isso exige atenção, pois pode comprometer a competitividade da cadeia produtiva mineira, explica.

O alerta é relevante porque Minas vem se consolidando como um dos principais polos da piscicultura nacional, com destaque para Morada Nova de Minas, atualmente o maior produtor de tilápia do Brasil.

  • Produção cresce — e muito
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Mesmo com o avanço das importações, os números da produção seguem em alta:

  • Brasil:
    442 mil toneladas (2023)
    499 mil toneladas (2024) → +12,8%
  • Minas Gerais:
    45,5 mil toneladas (2023)
    58,4 mil toneladas (2024) → +28%

O estado já responde por cerca de 11,7% da produção nacional, ocupando a terceira posição no ranking, atrás apenas de Paraná e São Paulo.

Além do volume, Minas tem investido em:

  • Tecnologia
  • Genética
  • Nutrição
  • Processamento

Concorrência desleal entra no radar

Para produtores, o problema central está na diferença de custos e tributação.

┃ O produtor mineiro paga ICMS, enquanto o filé importado entra sem essa carga. Na prática, estamos subsidiando o produto estrangeiro, afirma o produtor Carlos Junior de Faria Ribeiro.

Segundo ele, outros estados já adotaram medidas de proteção, enquanto Minas ainda não reagiu com a mesma intensidade.

  • Risco sanitário preocupa o setor

Além da questão econômica, há preocupação com a sanidade da produção nacional.

A importação pode aumentar o risco de entrada de doenças como o vírus da tilápia do lago (TiLV) — atualmente ausente no Brasil, mas com potencial de causar grandes prejuízos ao setor.

  • Possível mudança regulatória aumenta incerteza
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Outro ponto sensível é a discussão sobre a classificação da tilápia como espécie exótica invasora, tema que avançou em 2025 na Comissão Nacional de Biodiversidade, mas ainda está em revisão.

Segundo o analista de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, Guilherme Oliveira, a medida pode gerar impactos relevantes.

┃ Pode haver aumento de custos, mais burocracia e insegurança jurídica, afetando principalmente pequenos e médios produtores, explica.

  • Cenário exige reação rápida

O cenário combina três fatores críticos:

  • Produção em crescimento
  • Importações mais baratas
  • Riscos regulatórios e sanitários

Isso coloca pressão direta sobre a competitividade da piscicultura mineira, que, apesar do avanço técnico e produtivo, pode perder espaço sem medidas de proteção e ajuste no ambiente de negócios.

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