Coluna Minas Gerais
CEMIG completa 25 anos no Índice Dow Jones de Sustentabilidade
Imagem: CEMIG | Divulgação
A Cemig celebrou, na segunda-feira (16/12), a inclusão da companhia, pelo 25º ano consecutivo, no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World). Neste ano, a empresa é a única do setor elétrico das Américas presente no seleto grupo de empresas globais reconhecidas por suas práticas em ESG (Ambiental, Social e Governança). Além disso, a companhia é uma das poucas corporações mundiais presentes ininterruptamente no índice desde a sua criação, em 1999.
O DJSI World, elaborado pela S&P Global e auditado pela Deloitte, avalia o desempenho em sustentabilidade de 3.300 empresas. No setor elétrico mundial, foram avaliadas 73 companhias e apenas a Cemig e outras 7 europeias foram incluídas no índice. A avaliação, que é muito rigorosa, considera questionários, relatórios anuais, informações públicas e a capacidade de criar valor para os acionistas a médio e longo prazo.
Em 2024, a nota da Cemig teve uma evolução de 6 pontos em relação ao ano anterior. A empresa conquistou a liderança nos blocos Transparência e Reporte, geração renovável e Direitos Humanos, consolidando sua posição como referência em sustentabilidade no setor elétrico mundial.
De acordo com o presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, a inclusão pelo 25º ano consecutivo no índice Dow Jones é resultado de uma estratégia minuciosa da empresa na agenda ESG. O executivo também reafirma o compromisso da companhia com um futuro mais sustentável, impulsionando a transição energética no Brasil e servindo como modelo para o mercado.
“O setor de energia é fundamental para a descarbonização no mundo. A sociedade só conseguirá mitigar as emissões com a liderança do setor elétrico. As grandes tendências do mundo são a geração de energia renovável para enfrentar as mudanças climáticas e a inteligência artificial generativa. E elas estão interconectadas, pois não é possível crescer em inteligência artificial e avançar na descarbonização sem o correspondente aumento de oferta de energia limpa”, afirma o executivo.
De acordo com Reynaldo Passanezi Filho, a sustentabilidade é um pilar fundamental da estratégia da companhia, garantindo um futuro mais próspero para a empresa, para Minas Gerais e para o planeta.
“A Cemig é uma das precursoras na agenda de ESG no Brasil e a presença no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, há tanto tempo, demonstra a importância desse assunto para a empresa, mesmo quando ele ainda não era tão presente nas discussões na sociedade e nas empresas”, afirma.
Outros reconhecimentos da companhia
Em novembro passado, durante a COP 29, no Azerbaijão, a Cemig aderiu ao Utilities for Net Zero Alliance (Uneza), iniciativa que reúne as principais concessionárias e empresas de serviços públicos do setor elétrico com o objetivo de promover soluções de energia limpa e avançar no processo da transição energética global e da descarbonização da economia. A empresa é a primeira empresa do setor elétrico com origem brasileira a fazer parte dessa aliança.
Em julho passado, a Cemig foi reconhecida, mais uma vez, no FTSE4Good index series, importante índice projetado para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
A empresa performou 3,8 pontos, o que representa um crescimento de mais de 9% em relação ao ano anterior, acima da média do setor elétrico (com média de 2,8 pontos) em todos os temas avaliados.
A Cemig obteve notas máximas nos pilares Anticorrupção, Mudança Climática e Biodiversidade. Além disso, a companhia também se destacou no pilar Governança, com a nota 4,5 de 5. Os índices FTSE4Good são usados por uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos.
A iniciativa, que foi criada em 2008, busca estimular a cultura corporativa de inventário de emissões de GEE no Brasil para uma agenda de enfrentamento às mudanças climáticas nas organizações, proporcionando instrumentos e padrões de qualidade internacional para contabilização dessas emissões. A Cemig se inscreveu no programa em 2023 e, logo no primeiro ano de participação, conquistou o selo.
Coluna Minas Gerais
Missão China: conexão a serviço do produtor rural
FAEMG SENAR | Divulgação
O Sistema Faemg Senar participa de sua primeira missão institucional à China, integrando a delegação da agroindústria florestal brasileira na Missão à China, organizada pela Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF). A agenda, que termina neste domingo (30), conta com a representação institucional do vice-presidente de Finanças, Renato Laguardia.
A delegação reúne 30 empresários, executivos e lideranças do setor, em uma programação estratégica voltada à formação de parcerias comerciais, tecnológicas e industriais entre Brasil e China.
A presença do Sistema Faemg Senar está diretamente ligada ao trabalho junto aos produtores rurais da cadeia de florestas plantadas, com foco em ampliar mercados, incorporar inovação e gerar novas oportunidades de renda no campo.
“Participar desta missão significa levar a voz dos produtores rurais de florestas plantadas para um dos mercados mais estratégicos do mundo. Queremos transformar conhecimento, tecnologia e novas parcerias em mais competitividade e sustentabilidade para quem produz no Brasil”, destacou Renato Laguardia.
A serviço do produtor rural
Os compromissos oficiais começaram em Nanning, capital da província de Guangxi, no sul da China.
Ali, a delegação participou da 3ª Conferência Mundial da Indústria Florestal (WFIC) — principal encontro internacional sobre tendências, inovações e futuro do setor de florestas plantadas.
Ao integrar a missão, o Sistema Faemg Senar busca aproximar ainda mais o trabalho realizado com os produtores — capacitação, tecnologia e gestão — das demandas do mercado global.
A expectativa é identificar soluções adaptáveis à realidade dos produtores mineiros, fortalecendo a competitividade da cadeia florestal.
Inovação e tecnologia no Vale do Silício chinês
Após Nanning, a delegação seguiu para Shenzhen, centro global de inovação conhecido como o “Vale do Silício chinês”.
A programação incluiu visitas a empresas referência mundial, como Huawei, DJI e BYD, com acesso a tecnologias como:
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automação industrial
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drones de última geração
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veículos elétricos
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aplicações avançadas de inteligência artificial
Para o Sistema Faemg Senar, essa etapa é estratégica para identificar tecnologias capazes de:
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apoiar o manejo e monitoramento de florestas plantadas
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reduzir custos operacionais
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elevar a produtividade
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fortalecer a sustentabilidade no campo
“Tudo o que for visto em termos de inovação terá como foco final chegar ao campo, ao dia a dia do produtor de florestas plantadas, seja em forma de capacitação, seja em novas parcerias e projetos estruturantes”, reforça Laguardia.
Pequim: aproximação com o setor siderúrgico chinês
Já em Pequim, o foco é aproximar o setor florestal brasileiro da siderurgia chinesa, especialmente na utilização de biomassa e biocarbono como alternativas para a descarbonização da produção de aço.
A agenda inclui reuniões com:
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Associação Chinesa da Indústria do Aço
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Departamento de Metalurgia do Instituto de Tecnologia de Pequim
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empresas como Sany e Jingye
O objetivo é compreender as exigências técnicas, ambientais e logísticas do mercado chinês e mapear oportunidades para a produção brasileira atender às demandas da transição energética e da economia de baixo carbono.
“O produtor rural está no centro dessa agenda de descarbonização. A missão nos ajuda a entender como a madeira de florestas plantadas e o biocarbono podem ganhar relevância ainda maior na matriz industrial chinesa, abrindo caminho para novos negócios e agregação de valor à produção brasileira”, avalia Laguardia.
Parceiro estratégico para o setor florestal
A China é o maior consumidor global de produtos florestais e possui a maior área de florestas plantadas do mundo.
Ao integrar a Missão à China, o Sistema Faemg Senar reforça sua atuação como conector internacional para o setor florestal brasileiro, construindo um canal permanente de diálogo e cooperação entre os países.
“Nosso compromisso é fazer com que essa missão se traduza em resultados concretos no campo, valorizando o produtor, incentivando a adoção de tecnologia e ampliando o protagonismo da agroindústria florestal brasileira no cenário internacional”, conclui Renato Laguardia.
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