Coluna Minas Gerais

Farmacêutica investe R$ 100 milhões em Minas

Publicados

em

Foto: Reprodução

COLUNA MG
Principais destaques dos jornais e portais integrantes da rede Sindijori MG 
www.sindijorimg.com.br

 

Farmacêutica investe R$ 100 milhões em Minas
A Cimed, terceira maior farmacêutica do Brasil em volume de vendas, acaba de anunciar a ampliação de suas duas plantas fabris localizadas em Pouso Alegre. Com um investimento total de R$ 100 milhões, a companhia irá aumentar em mais de 30% sua capacidade produtiva em um movimento estratégico para suportar a expansão acelerada de suas marcas, principalmente com João e Maria e Carmed Oral care, além da entrada em novas categorias que serão anunciadas até o final do ano. O anúncio acaba de ser oficializado em evento com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. (Estrada Nacional – Pouso Alegre)
https://www.estradanacional.info/post/terceira-maior-farmac%C3%AAutica-do-brasil-investe-r-100-milh%C3%B5es-na-amplia%C3%A7%C3%A3o-de-suas-f%C3%A1bricas-em-minas

Festival do Tropeiro tem premiados
A cidade de Águas Formosas, no Vale do Mucuri, foi palco de uma celebração à cultura, à gastronomia e às raízes mineiras com a festa de premiação do 1º Festival do Tropeiro Mineiro, que movimentou a região e atraiu moradores, turistas e apreciadores da culinária de Minas. No dia 2 de agosto, na 46ª Feagro, no Parque de Exposição Olinto Medrado, em Águas Formosas, foram anunciados os vencedores do concurso gastronômico que elegeu os melhores pratos. Os grandes vencedores foram:1º lugar na Categoria Sabor: Bistrô 2 Irmãos (Santa Helena); 1º lugar na Categoria Criatividade: Cantinho da Lulu (Águas Formosas); 1º lugar na Categoria Apresentação: Sabor da Casa (Bertópolis). (Diário Tribuna – Teófilo Otoni)
https://diariotribuna.com.br/?p=30803

Leia Também:  Multinacional investe nas plantas de Minas

Preço do leite tem queda em Minas
O aumento da oferta de leite no campo, resultado do maior investimento por parte dos produtores, aliado ao consumo menor, provocou nova queda de preço em Minas Gerais. Em julho, referente ao leite captado em junho, o produtor recebeu, em média, R$ 2,71 no Estado. O valor ficou 0,73% menor que o praticado no pagamento de junho. Frente ao pagamento de julho de 2024, o preço em Minas recuou 2,86%. Para o pagamento de agosto, a tendência é de nova queda. Segundo o Conseleite Minas Gerais, o leite entregue em julho e que será pago em agosto está com um valor médio de referência de R$ 2,69 por litro, 0,6% a menos. (Diário do Comércio – Belo Horizonte)
https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/preco-do-leite-ao-produtor-volta-a-recuar-em-minas-gerais/

Uberaba aprova desburocratização
A Câmara de Vereadores aprovou Projeto de Lei que institui o estatuto da desburocratização no âmbito da administração. De acordo com o autor da proposta, vereador Caio Godoi, embora exista legislação federal sobre o tema, Uberaba ainda possui determinados procedimentos administrativos que exigem reconhecimento de firma e documento autenticado. O projeto estabelece aos usuários dos serviços públicos direito à vista do processo e a obter certidões ou cópias reprográficas dos dados e documentos que o integram, ressalvados os dados e documentos de terceiros protegidos por sigilo ou pelo direito à privacidade, à honra e à imagem. (Jornal da Manhã – Uberaba)
https://jmonline.com.br/politica/camara-de-uberaba-aprova-o-fim-da-exigencia-de-reconhecimento-de-firma-e-autenticac-o-1.533060

Leia Também:  Natal de Ouro Preto atraiu 90 mil

Decisão da Azul pode afetar Vale do Aço
Em anúncio oficial realizado na última sexta-feira, 8, a Azul Linhas Aéreas confirmou que vai deixar durante este semestre o processo de reestruturação financeira iniciado em maio deste ano, nos EUA. Segundo a Azul, 13 cidades e 53 rotas hoje consideradas não lucrativas serão encerradas. O informe da empresa, não especificou quais os municípios e trechos serão afetados. No Leste de Minas, a Azul opera atualmente para o Vale do Aço, Governador Valadares e Manhuaçu, este último através do sistema “Azul Conecta”, que usa aviões de pequeno porte. (Portal Conex 10)
https://www.conex10.com.br/post/0005688/mudancas-na-azul-podem-afetar-voos-para-o-leste-de-minas

Banco de Alimentos recebe verba
O Banco Municipal de Alimentos de Formiga acaba de garantir um importante recurso federal no valor de R$ 800.000,00 para sua modernização. O Termo de Convênio com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) foi publicado no Diário Oficial da União na sexta-feira, 8 de agosto. Apesar de Formiga não se enquadrar nos critérios prioritários definidos pelo edital, o projeto técnico apresentado pela equipe local alcançou a 11ª colocação nacional, ficando à frente de centenas de municípios e atrás apenas de cinco capitais e cinco grandes centros urbanos. (O Pergaminho – Formiga)
https://www.opergaminho.com.br/banco-de-alimentos-recebe-r-800-mil-do-governo-federal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Coluna Minas Gerais

Mesmo com alta produção, Minas Gerais passa a importar tilápia pela primeira vez em quase 30 anos

Publicados

em

Entrada de produto estrangeiro acende alerta para competitividade, tributação e sanidade do setor

Minas Gerais registrou, pela primeira vez desde 1997, a importação de tilápia, mesmo em um cenário de forte crescimento da piscicultura estadual. Em fevereiro de 2026, foram importadas 122 toneladas do Vietnã, segundo dados do ComexStat — o primeiro registro da série histórica.

O movimento acompanha uma tendência nacional. No mesmo período, o Brasil importou mais de 1,3 mil toneladas de filé de tilápia, volume equivalente a cerca de 4,1 mil toneladas de peixe vivo, segundo o Ministério da Agricultura. Pela primeira vez, as importações superaram as exportações e passaram a representar 6,5% da produção mensal do país.

  • Importação não é falta de produção — é preço

Segundo a analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, Nathália Rabelo, o cenário não está ligado à escassez interna, mas sim a fatores econômicos.

┃ O filé importado chega com preços mais competitivos, resultado da produção em larga escala e dos custos menores no Vietnã. Isso exige atenção, pois pode comprometer a competitividade da cadeia produtiva mineira, explica.

O alerta é relevante porque Minas vem se consolidando como um dos principais polos da piscicultura nacional, com destaque para Morada Nova de Minas, atualmente o maior produtor de tilápia do Brasil.

  • Produção cresce — e muito
Leia Também:  Previsão do tempo para Minas Gerais nesta terça-feira, 29 de novembro

Mesmo com o avanço das importações, os números da produção seguem em alta:

  • Brasil:
    442 mil toneladas (2023)
    499 mil toneladas (2024) → +12,8%
  • Minas Gerais:
    45,5 mil toneladas (2023)
    58,4 mil toneladas (2024) → +28%

O estado já responde por cerca de 11,7% da produção nacional, ocupando a terceira posição no ranking, atrás apenas de Paraná e São Paulo.

Além do volume, Minas tem investido em:

  • Tecnologia
  • Genética
  • Nutrição
  • Processamento

Concorrência desleal entra no radar

Para produtores, o problema central está na diferença de custos e tributação.

┃ O produtor mineiro paga ICMS, enquanto o filé importado entra sem essa carga. Na prática, estamos subsidiando o produto estrangeiro, afirma o produtor Carlos Junior de Faria Ribeiro.

Segundo ele, outros estados já adotaram medidas de proteção, enquanto Minas ainda não reagiu com a mesma intensidade.

  • Risco sanitário preocupa o setor

Além da questão econômica, há preocupação com a sanidade da produção nacional.

A importação pode aumentar o risco de entrada de doenças como o vírus da tilápia do lago (TiLV) — atualmente ausente no Brasil, mas com potencial de causar grandes prejuízos ao setor.

  • Possível mudança regulatória aumenta incerteza
Leia Também:  Governo de Minas recebe comitiva do agronegócio para ouvir demandas do setor

Outro ponto sensível é a discussão sobre a classificação da tilápia como espécie exótica invasora, tema que avançou em 2025 na Comissão Nacional de Biodiversidade, mas ainda está em revisão.

Segundo o analista de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, Guilherme Oliveira, a medida pode gerar impactos relevantes.

┃ Pode haver aumento de custos, mais burocracia e insegurança jurídica, afetando principalmente pequenos e médios produtores, explica.

  • Cenário exige reação rápida

O cenário combina três fatores críticos:

  • Produção em crescimento
  • Importações mais baratas
  • Riscos regulatórios e sanitários

Isso coloca pressão direta sobre a competitividade da piscicultura mineira, que, apesar do avanço técnico e produtivo, pode perder espaço sem medidas de proteção e ajuste no ambiente de negócios.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA