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Sucesso de público e negócios marca encerramento da primeira InfraBusiness Expo

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SISTEMA FIEMG | Divulgação

Evento consolida Minas Gerais como epicentro da infraestrutura nacional e supera a marca de R$ 1 bilhão em negócios

A InfraBusiness Expo 2025 chegou ao fim nesta quinta-feira (14), coroando sua edição de estreia com resultados expressivos e posicionando Minas Gerais como epicentro da infraestrutura no Brasil. Durante os três dias de evento, a feira recebeu aproximadamente 30 mil visitantes e registrou mais de R$ 1 bilhão em negócios fechados e encaminhados, reunindo mais de 100 expositores nacionais e internacionais que apresentaram soluções e tecnologias de ponta para construção pesada, logística, energia, saneamento e mobilidade urbana.

O sucesso da feira reforça a vocação mineira como epicentro dos investimentos em infraestrutura no país, posicionando o estado como referência nacional em inovação, sustentabilidade e oportunidades de negócios. Empresas líderes do setor, autoridades públicas e investidores se encontraram no Expominas para trocar experiências, estabelecer parcerias e impulsionar novos projetos que devem impactar diretamente o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

O encerramento da feira teve como ponto alto a palestra magna “Inteligência Artificial e Infraestrutura: A combinação que vai transformar os próximos anos no Brasil”, conduzida por Ricardo Amorim, economista mais influente do país segundo a Forbes, maior influenciador brasileiro no LinkedIn e vencedor do Prêmio iBest de Economia e Negócios.

“A tecnologia só faz o que a gente pediu e quem tem mais conhecimento, quem tem mais capacidade de comunicação leva vantagem. Tem uma oportunidade aqui para todo mundo, não só para os tradicionais da tecnologia, mas para todos. Portanto, se vocês têm 14 anos ou 84, usem e abusem da tecnologia e, particularmente, da inteligência artificial.”

Para o economista, a IA representa uma oportunidade aberta e democrática, capaz de gerar impacto positivo em qualquer setor — inclusive na infraestrutura — desde que seja usada de forma estratégica e com propósito claro.

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O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e idealizador da InfraBusiness Expo, Emir Cadar Filho, celebrou o êxito da feira:

“Encerramos a InfraBusiness Expo com a certeza de que alcançamos todos os objetivos propostos. Conseguimos posicionar Minas Gerais como epicentro da infraestrutura nacional e proporcionar aos expositores resultados acima das expectativas, com negócios e parcerias concretizados em volume expressivo. Foi um sucesso que reforça a força e o potencial do nosso estado no setor.”

Com números expressivos e participação qualificada, a InfraBusiness Expo 2025 fecha sua primeira edição deixando um legado de conexões estratégicas, oportunidades concretas e uma visão renovada sobre o futuro da infraestrutura no Brasil.

A feira é organizada pela Cubo Eventos, com apoio institucional da FIEMG e do Sicepot-MG, e patrocínio da Vale, do Governo Federal pelo BNDES, do governo de Minas Gerais via CODEMGE, da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, e do CREA-MG. Já o Congresso InfraBusiness tem patrocínio da Fecomércio-MG, Sindimaco-MG, Banco Inter, ArcelorMittal, Patrus Transportes e Exclusive Seguros.

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Coluna Minas Gerais

Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração

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CEDRO | Divulgação

O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.

  •  Agência Minera Brasil 

“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.

Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.

Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.

Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.

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“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro

  • DNA sustentável

Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.

“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.

As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.

Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.

Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.

No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.

“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.

  • Negócios diversos e estratégicos
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A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.

Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas.  Divulgação/Cedro

  • Integração com as comunidades

Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.

“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.

Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.

Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.

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