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Belo Horizonte sedia a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável e coloca a mineiridade no centro da sustentabilidade

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FECOMÉRCIO – Divulgação

Capital mineira inaugura novo ciclo do evento em março de 2026 e consolida Minas Gerais como referência nacional em práticas ESG e turismo de base local

Em um cenário de crescimento acelerado do turismo em Minas Gerais, a capital mineira recebe a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável, nos dias 10 e 11 de março de 2026, no Teatro Francisco Nunes. A iniciativa marca uma nova etapa do evento e reconhece o protagonismo do estado em um momento de expansão e reposicionamento estratégico do setor no cenário nacional. 

Realizado pelo Grupo Vivejar, ecossistema pioneiro em turismo responsável no Brasil, com apoio da Belotur e do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, o Fórum amplia sua atuação para os territórios com o objetivo de aprofundar debates locais, dar visibilidade a boas práticas e fortalecer governanças regionais. Para a CEO do Grupo Vivejar e curadora do evento, Marianne Costa, sediar a estreia regional em Minas tem significado simbólico. 

“Tenho muito orgulho de Minas Gerais receber a 1ª edição do Fórum, demonstrando compromisso com o pioneirismo e na inspiração da tomada de responsabilidade no turismo. Não há turismo em Minas que não preserve a cultura, a natureza e, principalmente, que não valorize nosso maior legado: a mineiridade e as pessoas. Por isso, é tão importante que esse coletivo de profissionais se reconheça, se conecte e se fortaleça. Nosso Fórum tem esse propósito”, afirma. 

A escolha de Belo Horizonte dialoga com o momento vivido pelo estado, que vem ampliando sua relevância nacional a partir da valorização da cultura, da gastronomia, dos territórios criativos e das experiências de base local. O presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel, destaca que o Fórum reforça a estratégia de posicionamento da cidade. 

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“Sediar a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável reafirma Belo Horizonte como uma cidade preparada para receber grandes eventos e promover encontros que geram conhecimento, oportunidades e desenvolvimento. Com o apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, a capital mineira se consolida como um destino relevante no cenário nacional justamente por promover vivências que combinam cultura, sustentabilidade, hospitalidade e desenvolvimento local, e sediar o Fórum dialoga diretamente com essa estratégia de futuro para a cidade”, ressalta. 

Na mesma linha, o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato, enfatiza o impacto econômico da agenda cultural e turística. “Entendemos que cultura e turismo caminham juntos como vetores de desenvolvimento econômico e social. Quando investimos em cultura, quando apoiamos grandes eventos e quando estruturamos projetos permanentes, estamos movimentando toda a cadeia do comércio e dos serviços: hotéis, bares, restaurantes, transportes, produtores culturais e pequenos empreendedores. Estamos gerando renda, oportunidades e fortalecendo a economia local.” 

  • Carnaval de BH: referência prática em ESG 

Se há um exemplo concreto de como Belo Horizonte alia grandiosidade e responsabilidade, ele está nas ruas durante o Carnaval. A edição de 2026 entrou para a história: foram 23 dias de programação, 457 desfiles de blocos e 6,6 milhões de foliões, sendo 349 mil turistas. A movimentação econômica alcançou R$ 1,4 bilhão, com alta taxa de ocupação hoteleira. 

“A capital mineira tem na sua gastronomia, no patrimônio cultural do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, nas festas populares, como o Carnaval e o Arraial de Belo Horizonte, e na criatividade e na experiência dos seus territórios a base para um turismo cada vez mais responsável e conectado às pessoas”, detalha o presidente da Belotur. 

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O diferencial da cidade, no entanto, não está apenas nos recordes. A atuação integrada dos órgãos municipais garantiu indicadores positivos em segurança, saúde e limpeza urbana, consolidando o modelo de gestão do evento como uma das principais referências de aplicação prática de ESG no turismo brasileiro. 

Entre as iniciativas reconhecidas estão o ReciclaBelô, que elevou em mais de 180% a renda de catadoras e catadores durante a festa, o acolhimento de filhos de ambulantes e trabalhadores da reciclagem em escolas municipais nos dias de folia e a política de editais transparentes, que distribui oportunidades econômicas no território e amplia o impacto social do evento. 

Esse modelo, que alia crescimento econômico à responsabilidade ambiental, social e de governança, está no centro das discussões propostas pelo Fórum. 

  • Compromisso com legado e coerência 

Alinhada aos princípios do turismo responsável, a edição mineira do Fórum será carbono neutro e plástico zero, além de contar com a produção de um Relatório de Impacto, garantindo transparência e legado para a cidade e a região. A programação inclui plenárias, debates, oficinas práticas, experiências imersivas e espaços de networking voltados a gestores públicos, empreendedores, lideranças comunitárias, pesquisadores, estudantes e comunicadores. 

  • SERVIÇO

Evento: Fórum Brasileiro de Turismo Responsável

1ª Edição Regional: Belo Horizonte

Data: 10 e 11 de março de 2026

Local: Teatro Francisco Nunes – Belo Horizonte (MG)

Inscrições: via Sympla

Programação: Fórum Brasileiro de Turismo Responsável – Edição BH

Acompanhe: @forumturismoresponsavel no Instagram 

Informações para a imprensa: Ana Paula Moreira – (31) 99957-0689

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FIEMG anuncia plano de ação para recuperação da Zona da Mata e destina R$ 1 milhão às vítimas das chuvas

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SISTEMA FIEMG | Divulgação

Entidade também doa mil colchões, mobiliza sindicatos e empresas e estrutura medidas emergenciais, de médio e longo prazo para reconstrução econômica da região

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) anunciou um plano estruturado de ação para apoiar a recuperação da Zona da Mata Mineira, além de já ter destinado R$ 1 milhão ao Servas para atendimento direto às famílias atingidas pelas chuvas.

O recurso já está na conta da instituição e será convertido em cartões que serão entregues às famílias afetadas, permitindo a compra de alimentos, itens de higiene, produtos de limpeza e outros bens essenciais com mais rapidez. A medida também tem como objetivo fazer o dinheiro circular na economia local, contribuindo para a reativação do comércio e dos serviços na região.

Além da doação financeira, a FIEMG está doando mil colchões para atendimento emergencial às famílias e mobilizou sindicatos industriais da região, que já estão arrecadando alimentos não perecíveis e água mineral. Empresas associadas também estão cedendo máquinas e equipamentos para auxiliar nos trabalhos de limpeza em Juiz de Fora e Ubá.

“O momento exige ação rápida e coordenação. Estamos atuando para atender as famílias e, ao mesmo tempo, estruturar a recuperação da atividade econômica da região. Não se trata apenas de assistência imediata, mas de reconstrução com planejamento”, afirmou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe.

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Plano de ação estruturado

O plano elaborado pela FIEMG está organizado em três frentes: curto, médio e longo prazo.

No curto prazo, foi instituído um Gabinete de Gestão de Crise Regional para apoiar empresas na recuperação de documentos fiscais e contábeis perdidos nas enchentes, facilitando o acesso a linhas emergenciais de crédito. A entidade também articula, junto ao BDMG, a criação de linha de crédito com juros subsidiados para reposição de maquinário e recomposição de capital de giro.

No médio prazo, o foco é fortalecer a infraestrutura e a defesa operacional da região. Entre as medidas está a elaboração de protocolo de redundância logística com órgãos responsáveis, visando rotas alternativas para o escoamento da produção em caso de interdição da BR-040. Também será oferecida consultoria técnica para implementação de barreiras físicas e sistemas de proteção em plantas industriais classificadas como de muito alto risco.

No longo prazo, a FIEMG propõe a criação de um mapeamento multirrisco regional, com banco de dados integrado correlacionando empresas a zonas de perigo mapeadas por órgãos técnicos, permitindo alertas antecipados. Também está prevista a criação de um fundo de contingência industrial, especialmente voltado ao setor moveleiro de Ubá.

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Um levantamento técnico da entidade indica que, em Juiz de Fora, há 2 empresas situadas em área de risco, 16 em área de atenção e 15 em área de cuidado. Em Ubá, polo moveleiro do estado, são 2 empresas em área de risco, 3 em área de atenção e 4 em área de cuidado. Em Matias Barbosa, são 2 em área de risco, 4 em área de atenção e 2 em área de cuidado. Esses dados reforçam a necessidade de ações estruturantes para reduzir vulnerabilidades e preservar empregos.

Mobilização regional

A FIEMG Regional Zona da Mata mantém campanha de arrecadação de água, alimentos não perecíveis, itens de higiene, produtos de limpeza, roupas, calçados e cobertores.

As doações podem ser entregues na sede da entidade, na Rua Batista de Oliveira, 1145 – Grambery, em Juiz de Fora, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Também há ponto de coleta na sede da FIEMG, em Belo Horizonte, localizada na Avenida do Contorno, 4.456 – Funcionários. As doações seguem até 10 de março.

A entidade seguirá mobilizada para apoiar a população, os trabalhadores e os empresários da região, contribuindo para a reconstrução sustentável da Zona da Mata Mineira.

Imprensa FIEMG

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