Brasil e Mundo
Agressão à jornalistas: políticos se pronunciam sobre o caso


Os políticos se pronunciaram acerca da agressão ocorrida na noite da última terça-feira (31), sofrida pela jornalista Delis Ortiz , da TV Globo. Representantes da oposição e da base do governo publicaram nas redes sociais apoio à repórter, que recebeu um soco no peito durante uma confusão na entrevista com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O acontecimento foi no Palácio do Itamaraty .
A confusão ocorreu após uma falha na organização da saída dos chefes de Estado da América do Sul, que acarretou na derrubada das separações da área dos jornalistas . Com isso, começou uma sucessão de empurrões ao redor de Maduro, fazendo com que Ortiz levasse um soco no peito de um segurança. A repórter passa bem.
Tanto o Ministério de Relações Exteriores, quanto governistas declaram apoio à Ortiz . Em nota, a pasta disse “lamentar o incidente no qual houve agressão a profissionais de imprensa, ao final da Reunião de Presidentes da América do Sul. Providências serão tomadas para apurar responsabilidades.”
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não se pronunciou diretamente sobre o caso. Já a Secretaria de Imprensa da Presidência da República disse repudiar a agressão, ressaltando que “todas as medidas possíveis serão tomadas para que esse episódio jamais se repita.”
Ortiz disse na TV Globo que foi “assustador”, e que não esperava que acontecesse algo do tipo uma vez que são pessoas que sempre estão lá e os conhecem. Ela chamou os seguranças que agrediram os jornalistas de “meninos”, e relatou o despreparo para tal tipo de evento.
Fonte: Política Nacional


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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