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Alckmin reforça que governo Lula não será “gastador”

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Geraldo Alckmin falou sobre o governo Lula
Reprodução/YouTube – 16.11.2022

Geraldo Alckmin falou sobre o governo Lula

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta quinta-feira (16) que o terceiro mandato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não será pautado em gastos. Porém, ele destacou que é fundamental que o próximo governo garante uma rede de proteção social aos brasileiros.

Após anunciar os novos nomes que farão parte da equipe de transição de governo, Alckmin deu entrevista coletiva na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília. Ele deixou claro que a nova gestão do governo federal terá responsabilidade fiscal.

“O presidente Lula, se a gente pegar os seus dois mandatos, a marca foi a responsabilidade fiscal. Não vai ser governo gastador. Agora, você precisa ter o mínimo para poder, de um lado, garantir a rede de proteção social — ainda mais neste momento de crise socioeconômica — e, do outro, o funcionamento do Estado, não pode parar obras”, explicou o vice-presidente eleito.

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Alckmin contou para a imprensa que o orçamento de 2023 não garante a continuidade de obras que estão em andamento. Ele e sua equipe estão articulando com o Congresso Nacional um espaço nas contas públicas para permitir o prosseguimento de projetos. “Importante na retomada do crescimento”, pontuou.

O novo governo Lula quer aprovar a PEC da Transição para que seja autorizado que o Auxílio Brasil, que deve voltar a se chamar Bolsa Família, fique fora do teto de gastos, além de outros pontos.

Novos nomes na equipe de transição

Alckmin também comunicou que Marina Silva, Izabella Teixeria, Flavio Dino, Camilo Santana, Helder Barbalho, Randolfe Rodrigues, Omar Aziz, Neri Geller, Kátia Abreu, Helena Chagas, Miguel Rossetto, Manoela D’Avila, Hélio Doyle, Andre Janones, Tereza Cruvinel, Florestan Fernandes Junio, Sônia Guajajara, Aloysio Nunes Ferreira e Celso Amorim farão parte da transição ( clique aqui e veja a lista completa).

Já fazem parte da integração as senadoras Simone Tebet (MDB-MS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), os economistas André Lara Resende e Pérsio Arida, além dos ex-ministros Gleisi Hoffmann, Aloizio Mercadante, Nelson Barbosa, Alexandre Padilha e Humberto Costa.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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