Brasil e Mundo
Alerta de desmatamento na Amazônia bate recorde no mês de fevereiro


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais ( Inpe ) divulgou nesta sexta-feira (10) que a Amazônia teve novos recordes de alerta de desmatamento no mês de fevereiro. As áreas degradadas foram de 291 km² para 322 km².
Em fevereiro do ano passado, a maior área desmatada da Amazônia foi de 198,67 km². Neste ano, os alertas foram registrados em maior parte em Mato Grosso (162 km²) e no Pará (46 km²).
A alta de desmatamento ocorre após uma redução de 61% da prática no mês de janeiro , quando comparado com 2022.
O sistema de alerta funciona como uma prévia, que indicam altas chances de destruição florestal em determinada área. Neste caso, o Inpe também alerta para áreas em processo de degradação florestal, tendo práticas como a exploração de madeira, mineração, queimadas e outras.
A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro, e abrange a área de 8 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Maranhão.
Os alertas de desmatamento são feitos e registrados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). São produzidos sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²), tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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