Brasil e Mundo
Atos antidemocráticos: PGR solicita ao STF a soltura de 12 suspeitos


A PGR (Procuradoria-Geral da República) solicitou, nesta segunda-feira (13), que o STF (Supremo Tribunal Federal) conceda liberdade a 12 pessoas que estão detidas sob suspeita de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro.
O pedido foi feito ao ministro Alexandre de Moraes, e a Procuradoria sugere que a prisão destes cidadãos seja convertida em outras medidas, como proibição de frequentar estabelecimentos militares.
Outra punição solicitada foi o impedimento do estabelecimento de comunicação com outras pessoas que estão sendo denunciadas por envolvimento nas ações terroristas que tiveram como alvo a Praça dos Três Poderes.
A PGR argumenta que não há provas suficientes para concluir que essas pessoas depredaram a sede do STF, o Congresso ou o Palácio do Planalto. A única comprovação é a de que elas acamparam na frente do Quartel General do Exército em Brasília.
Pedido de condenação de 54 pessoas
Nesta segunda-feira (13), a Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou à Justiça federal de Brasília o pedido de condenação de 54 pessoas, uma associação, um sindicato e três empresas pelos atos ocorridos no dia 8 de janeiro.
No texto, é aplicado uma multa geral de R$ 20,7 milhões para o ressarcimento dos danos aos cofres públicos pela depredação ocorrida na Praça dos Três Poderes.
Dentre os envolvidos na condenação estão os participantes do ato golpista e as empresas que o financiaram. A AGU diz que houve uma articulação anterior para os atos extremistas para uma possível tomada do poder ocorressem no Distrito Federal.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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