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Atos de 8 de janeiro: PGR denuncia mais 150 pessoas suspeitas

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Bolsonaristas golpistas invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.01.2023

Bolsonaristas golpistas invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto


A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nesta sexta-feira (27), mais 150 pessoas por envolvimento nos atos terroristas nas sedes dos três poderes registrados em Brasília no dia 8 de janeiro.

As denúncias encaminhadas ao STF (Supremo Tribunal Federal) dizem  respeito a pessoas que foram detidas na frente ao Quartel General do Exército, em Brasília. Elas são acusadas dos crimes associação criminosa e incitação ao crime equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais. 

Essa é a quinta leva de denúncias apresentadas pela PGR contra golpistas que participaram das ações no Distrito Federal. Ao todo, 254 pessoas já foram denunciadas. 

O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que assinou o documento, afirmou que os cidadãos denunciados não podem ser acusados pelo crime de terrorismo porque as suas ações não foram motivadas por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião. 

Frederico, que é coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, solicitou também que os denunciados sejam condenados ao pagamento de indenização mínima “em razão dos danos morais coletivos evidenciados pela prática dos crimes imputados”. 

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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