Brasil e Mundo
Atos golpistas: AGU pede o bloqueio de bens de mais 42 pessoas detidas


A AGU (Advocacia-Geral da União) entrou, nesta terça-feira (24), com uma solicitação de bloqueio de bens de mais 42 pessoas que estão detidas por conta do envolvimento nos atos de invasão e depredação de prédios da Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.
Essa é a terceira ação cautelar movida pela AGU que tem o objetivo de fazer com que as pessoas consideradas culpadas pelos danos causados ao patrimônio público possam pagar pela reconstrução da destruição deixada pelos atos terroristas.
No total, já foi solicitado o bloqueio de bens de 134 pessoas e 7 empresas, sendo que 82 pessoas foram acusadas de participar efetivamente da depredação do patrimônio público.
As outras 52 pessoas e sete empresas tiveram solicitada a indisponibilidade dos bens por financiarem o fretamento de ônibus para os atos antidemocráticos.
A Justiça Federal já acolheu o pedido para bloquear bens dos acusados de financiar veículos que transportaram pessoas até o Distrito Federal. Cerca de R$ 4,3 milhões só em veículos de pessoas e empresas envolvidas já estão bloqueados.
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A 8ª Vara Federal de Brasília já havia aceitado o pedido da AGU para ampliar para R$ 18,5 milhões o valor a ser ressarcido em relação aos objetos quebrados durante a ação dos golpistas no início do mês.
A medida foi elaborada com base em documentos da Polícia Civil do Distrito Federal e da decretação de prisão preventiva, por parte de Alexandre de Moraes, de ao menos 942 pessoas envolvidas na tentativa de golpe.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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