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Atos no DF: após depoimentos, PF mantém prisão de 1.159 extremistas

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Bolsonaristas golpistas invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.01.2023

Bolsonaristas golpistas invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto

A Polícia Federal encerrou as atividades determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após os atos de invasão aos prédios dos Três Poderes no último domingo (8) . Em dados divulgados, a PF disse ter interrogado e prendido 1.159 pessoas envolvidas no episódio.

De acordo com o comunicado, porém, um grupo de 684 detidos com idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua, e mães e pais acompanhados de crianças foram identificados e vão responder em liberdade .

As ações encerradas nessa quarta-feira (11) se somam a outras 209 prisões feitas ainda no domingo pela Polícia Militar do Distrito Federal e pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Em 57 horas de trabalho, cerca de 550 policiais federais foram mobilizados, sendo a maior operação de polícia judiciária da história da PF.

Os presos vão responder, segundo suas responsabilidades, pelos crimes de terrorismo, associação criminosa, atentado contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, perseguição, incitação ao crime, dentre outros. 

Eles foram entregues a Polícia Civil do DF , que era responsável por encaminhá-los ao Instituto Médico Legal e, depois, ao sistema prisional.

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De acordo com a PF , durante a ação, os vândalos que foram presos receberam alimentação (café da manhã, almoço, lanche e jantar) e hidratação. Além disso, as equipes médicas também estiveram disponíveis em todo o período. Nesse tempo, 433 atendimentos foram realizados. Desse número, 33 pacientes foram encaminhados para unidades de saúde.

Os procedimentos foram acompanhados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Corpo de Bombeiros, Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Defensoria Pública da União.

A ação também contou com o suporte do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Ministério Público Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, da Defensoria Pública do Distrito Federal, da Comissão de Ética e da Comissão de Direitos Humanos da OAB, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional, da Força Nacional, da Polícia Militar do Distrito Federal, da Polícia Civil do Distrito Federal, do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, da Secretaria de Direitos Humanos do Distrito Federal, Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, do Conselho Tutelar, do Governo do Distrito Federal, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

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Atos terroristas no DF

Na tarde desse domingo (8), após  vândalos bolsonaristas invadirem e vandalizarem os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília , os edifícios públicos da capital ficaram completamente depredados. Na ocasião, instalações foram quebradas, câmeras de segurança arrancadas e destruídas e a fiação foi exposta.

Os invasores destruíram, inclusive,  parte importante do acervo artístico e arquitetônico ali reunido e que “representa um capítulo importante da história nacional” , conforme nota emitida pelo Palácio do Planalto.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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