Brasil e Mundo
Bolsonaro admite preocupação com prisão, mas confirma volta em março


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu nesta terça-feira (14) a preocupação com a possibilidade de ser preso quando retornar ao Brasil. A declaração foi dada em entrevista ao The Wall Street Journal.
Bolsonaro citou o caso do ex-presidente Michel Temer, preso no âmbito da Operação Lava Jato em 2019. Segundo o ex-comandante do Planalto, “uma ordem de prisão pode surgir do nada”.
Bolsonaro é investigado por falas antidemocráticas e ataques às urnas eletrônicas e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele ainda é alvo de inquérito que investiga a reunião com embaixadores no ano passado e uma minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Questionado sobre a volta ao Brasil, o ex-presidente afirmou que retornará em março para fazer oposição ao governo Lula. Segundo Bolsonaro, não há ninguém outro líder de direita que possa bater de frente com o petista no momento.
Ele ressaltou que conversará com governadores e congressistas para defender pautas bolsonaristas. Para Jair Bolsonaro, o movimento de direita ‘não está morto’.
Sobre as eleições de 2024, Bolsonaro admitiu que estudará os candidatos e apoiar aqueles que forem alinhados ao bolsonarismo. Entre os alvos do ex-presidente estão as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Ataques em Brasília
Bolsonaro voltou a minimizar os ataques antidemocráticos de seus apoiadores no dia 8 de junho em Brasília. Para ele, não houve tentativa de golpe e reafirmou que não tem participação nos atos.
“Golpe? Que golpe? Onde estava o comandante? Onde estavam as tropas, onde estavam as bombas?”, disse.
“Eu nem estava lá, e eles querem me culpar!”, exclamou Bolsonaro.
Na época, bolsonaristas invadiram e depredaram os prédios do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto. Mais de mil apoiadores do ex-presidente foram presos, além do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Bolsonaro ainda voltou a questionar o processo eleitoral. Para o ex-presidente, houve um processo tendencioso durante as eleições, mas disse que “perder faz parte do processo eleitoral”.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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