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Bombeiro é preso pela PF suspeito de organizar atos terroristas no DF

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Subtenente do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Henrique de Souza Júnior, preso nesta segunda-feira (16)
Reprodução – 16.01.2023

Subtenente do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Henrique de Souza Júnior, preso nesta segunda-feira (16)

Uma operação da Polícia Federal do Rio de Janeiro na manhã desta segunda-feira (16) prendeu um bombeiro militar em Campos dos Goytacazes suspeito de ajudar a organizar e financiar os  atos terroristas no Distrito Federal , em 8 de janeiro. Fora o agente, outras duas pessoas estão sendo procuradas, apontou a polícia.

O bombeiro é o subtenente Roberto Henrique de Souza Júnior. Ele atua em Guarus, no Norte Flumiense.

“Será instaurado, ainda hoje, um Inquérito Policial Militar para apurar a participação do bombeiro da corporação em ataques contra o patrimônio público e em associações criminosas visando à incitação contra os poderes institucionais estabelecidos, o que é inadmissível”, afirmou o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Leandro Monteiro.

Segundo a polícia, os suspeitos estão sendo investigados por associação criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e incitação das Forças Armadas contra os poderes institucionais, em razão do ataque aos trê poderes em Brasília.

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A operação da PF também apura a participação dos alvos na organização de atos golpistas em frente aos Quartéis de Campo dos Goytacazes e de bloqueios de rodovias após a aleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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