Brasil e Mundo
Chefe do Batalhão da Guarda Presidencial pode ser punido, diz Múcio


O ministro da Defesa , José Múcio Monteiro, disse que o comandante do Batalhão da Guarda Presidencial do Exército , coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora , pode ser punido pelo Exército caso seja comprovada a sua omissão para conter a invasão de golpistas no Planalto no dia 8 de janeiro.
Hora aparece, em um vídeo gravado no interior do palácio, discutindo com agentes da tropa de choque da PM-DF – enquanto os golpistas destruíam as sedes dos Três Poderes.
“Esse próprio vídeo eu entreguei, porque mandaram para mim, e está sendo investigado. Se for provado, por que uns dizem que ele estava reclamando de procedimento, outros dizem que ele era culpado. A minha preocupação, e a do presidente também, é que nós não partamos para punir quem não merece, mas punir quem merece. Se for provado, ele será condenado”, diz o ministro.
Múcio adiciona, porém, que é preciso evitar condenações precipitadas.
Segundo o ministro, o principal erro foi ter permitido que os ônibus dos manifestantes golpistas chegassem em frente ao Quartel-General na véspera dos atos. Na época, o Exército já estava sob comando do general Júlio César Arruda, demitido no sábado após desconfiança de Lula. Em seu lugar foi nomeado o general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.
“Se você perguntar qual foi o erro, foi permitir que as pessoas que vieram nos 130 ônibus para Brasília pudessem entrar no acampamento. Se ficasse do lado de fora, se tivesse ficado numa praça qualquer, o problema é da polícia do GDF. Como entrou no território do Exército, parece que aqueles 200 se multiplicaram e viraram 5 mil”, diz o ministro.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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