Brasil e Mundo
Coronel que participou de atos terroristas no DF é exonerado


O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (10) a exoneração do coronel da reserva do Exército Adriano Camargo, do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília . A destituição da função ocorreu após o coronel postar vídeos participando da invasão às sedes dos três poderes no último domingo em na capital federal.
Nas imagens que viralizaram nas redes sociais, Adriano está acompanhando de uma mulher, enquanto xinga o Exército (assista o vídeo abaixo). “Forças Armadas filhas da p*. Bando de generais filhos da p*. Vão [sic] tudo tomar no c*. Vanguardeiros de m*”, afirma.
O coronel atuava como assessor da Divisão de Coordenação Administrativa e Financeira do HFA, apesar de estar na reserva.
Nas imagens que viralizaram, Alexandre ofende agentes das Forças Armadas, ao lado da mulher que tentava proteger os olhos das bombas de efeito moral que eram lançadas pelas forças de segurança para tentar afastar os terroristas que invadiram o Congresso Nacional, o STF e o Palácio do Planalto.
“Covardes. Olha aqui o que está acontecendo com a gente. Olha aqui o povo, minha esposa. Esse nosso Exército é um m*. Que vergonha de vocês, militares”, disse o coronel na reprodução.
No dia da invasão, Lula decretou intervenção federal para assumir a segurança do DF, e o governo pediu a prisão do bolsonarista Anderson Torres, ex-secretário de segurança do estado.
O governador, Ibaneis Rocha (MDB), foi afastado do cargo após uma determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes.
Até o momento, segundo a Polícia Civil, 204 pessoas foram presas após a participação nos atos terroristas e encaminhados para o presídio da Papuda. Acampamentos bolsonaristas em frente ao QG do foram desmontados pelo Exército e a PM. Pelo menos 1,2 mil pessoas foram detidas e levadas a um ginásio da Polícia Federal para triagem.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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