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Corregedor pressionado na gestão Bolsonaro é exonerado

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João José Tafner e Eduardo Bolsonaro
Reprodução: redes sociais – 09/03/2023

João José Tafner e Eduardo Bolsonaro

O corregedor da Receita Federal, João José Tafner , foi exonerado nesta quinta-feira (9) após pedir demissão. A portaria foi assinada pelo  ministro da Fazenda, Fernando Haddad e publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU).

Tafner disse que foi pressionado para arquivar um processo disciplinar contra o então chefe da inteligência da Receita, Ricardo Feitosa, acusado de quebrar os sigilos fiscais de desafetos da família Bolsonaro.

A pressão surgiu de dois ex-funcionários da Receita que ocupavam cargos da cúpula do órgão durante a gestão do ex-mandatário, segundo João José Tafner.

Ele foi nomeado corregedor da Receita Federal em fevereiro de 2022 com a aprovação do senador Flávio Bolsonaro  (PL-RJ), investigado em esquema de rachadinha .

Flávio tinha o interesse nas quebras de sigilo por ser alvo do ex-procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, por suspeita de desvio de verba de funcionário) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O agora ex-corregedor é próximo dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) . Nas redes sociais, Tafner tem uma foto utilizando a camisa brasileira de futebol junto ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A Receita emitiu uma nota afirmando que, em 3 de janeiro, recebeu “relato de fatos e eventos que podem, em tese, configurar ilícito a ser devidamente apurado”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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