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CPMI do 8/1: coronel do Exército e PM serão ouvidos nesta semana

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Mesa diretora da CPMI dos atos golpistas
Reprodução/TV Senado – 13/06/2023

Mesa diretora da CPMI dos atos golpistas

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos de 8 de janeiro ouvirá nesta semana o coronel e ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), Jorge Eduardo Naime, e Jean Lawand Junior, coronel do Exército que pediu ao tenente coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro que Bolsonaro desse um golpe de Estado.

A oitiva de Naime está prevista para às 14h desta segunda-feira (26). O coronel da PM é acusado ter omissão e não cumprimento de ordens durante a invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Preso em 7 de fevereiro, ele está detiro na Academia da Polícia Militar do Distrito Federal.

Já Lawand Junior deve ir à comissão na terça-feira (27). O depoimento está previsto para às 9h. O coronel é citado como um dos militares que incentivou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a dar um golpe de Estado após a derrota nas eleições para Lula (PT).

A defesa do coronel Jean Lawand Júnior apresentou na sexta-feira (25) uma solicitação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele possa exercer o direito de permanecer em silêncio durante seu depoimento na CPI dos Atos Golpistas no Congresso. A CPMI, por sua vez, solicitou ao STF que rejeite o pedido.

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Fonte: Política Nacional

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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