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Deputado eleito, Suplicy tem contas da campanha reprovadas pelo TRE-SP

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Suplicy foi eleito deputado estadual no pleito eleitoral deste ano
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Suplicy foi eleito deputado estadual no pleito eleitoral deste ano


deputado estadual eleito Eduardo Suplicy (PT) teve as contas da campanha eleitoral deste ano desaprovadas pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (8) pelo órgão eleitoral. 

O motivo da desaprovação foram irregularidades encontradas em um contrato com uma empresa de panfletagem. Os custos da contratação foram pagos com recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). 

A empresa contratou cinco equipes de cinco pessoas cada para a prestação do serviço, porém os contratos de trabalho individuais desses trabalhadores não foram apresentados, contrariando uma exigência na prestação de contas de campanha.


Além disso, foi verificada uma diferença entre o valor contratado, R$ 35.000, e a soma dos valores firmados entre a empresa e as equipes de trabalho, R$ 17.500. 

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“A desaprovação das contas não impede a diplomação de Suplicy, eleito com 807.015 votos. Porém, como as irregularidades atingem mais de 5% das despesas contratadas, as contas foram desaprovadas, sendo determinado o recolhimento de R$ 36.200 ao Tesouro Nacional, com fundamento no art. 76, §1º, da Resolução TSE 23.607/2019”, informou o TRE-SP em comunicado.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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