Brasil e Mundo
Dias Toffoli dá 72 horas para governo explicar bloqueios no MEC


O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), determinou nesta quinta-feira (8), o prazo 72 horas para o governo federal explicar bloqueios orçamentários no Ministério da Educação .
O ministro atende a um pedido da (União Nacional dos Estudantes), pela ANPG (Associação Nacional dos Pós-Graduandos) e pela Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) .
As entidades alegam que existe um termo de compromisso com os estudantes, que configura dedicação exclusiva ou quase exclusiva dos bolsistas. Ainda, elas relataram que a inviabilização do pagamento a esses bolsistas “configura abuso de poder e ilicitude, porquanto violador de direito adquirido de milhares de estudantes”.
No dia 28 de novembro, o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Ricardo Marcelo Fonseca o bloqueio de R$ 1.68 bilhões no MEC e R$ 344 milhões nas universidades.
No dia 1 de dezembro, a associação emitiu uma nota afirmando que as verbas haviam sido liberadas , mas horas depois, os bloqueios voltaram a entrar em vigor.
O que diz o MEC?
O Ministério da Educação informou, no dia 30 de novembro, que “recebeu a notificação do Ministério da Economia a respeito dos bloqueios orçamentários realizados”, mas não citou os valores e o motivo da retirada de recursos.
Ainda, a assessoria de comunicação do MEC disse que buscava por soluções.
“É importante destacar que o MEC mantém a comunicação aberta com todos e mantém as tratativas junto ao Ministério da Economia e à Casa Civil para avaliar alternativas e buscar soluções para enfrentar a situação”.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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