Brasil e Mundo
Dino diz que indicou Andrei Rodrigues para chefiar Polícia Federal


Flávio Dino (PSB), escolhido do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir o Ministério da Justiça a partir de 2023 , afirmou nesta quinta-feira (9) que indicou o nome do delegado Andrei Rodrigues para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal .
“Em relação à direção-geral da PF, levei ao presidente Lula, nessa direção de trabalho e proximidade, o nome do delegado Andrei Rodrigues. Levamos em conta, sobretudo, a necessidade de restauração da plena autoridade e legalidade das polícias, também a experiência profissional, inclusive na Amazônia brasileira, uma área estratégica para esse governo e para a segurança pública. E participou do principal, diálogo com estados e municípios. Participou da preparação da Copa e Olimpíada”, disse Flávio Dino após ser anunciado como novo ministro.
O delegado já cuidou da segurança de Lula durante a campanha eleitoral e hoje integra a equipe de transição de governo. Em 2010, ele comandou a segurança da então candidata a presidente Dilma Rousseff (PT).
Quem é Flávio Dino?
Com 54 anos, Flávio Dino nasceu em São Luís, no Maranhão. O novo ministro da Justiça é advogado e professor de direito, além de ser casado e teve três filhos. Dino foi juiz de 1994 a 2006 – ano em que disputou vaga na Câmara dos Deputados.
2007 a 2010 – atuou como deputado federal do Maranhão. Em 2008, ele também disputou a prefeitura da capital do estado, mas foi derrotado por João Castelo. Em 2010, concorreu ao governo do Maranhão e perdeu para Roseana Sarney.
2011 a 2018 – Em 2011, Dino assumiu o cargo de presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo), mas deixou o cargo em 2014 para concorrer ao governo do Maranhão e venceu no primeiro turno. Após o mandato de quatro anos, o ministro de Lula foi reeleito, em 2018, novamente no 1º turno com 59,29% dos votos.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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