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Donos de armas e CACs têm 60 dias para fazerem recadastramento na PF

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Lula assinou decreto, no dia da posse, que revogou medidas que facilitavam o acesso a armas e munições
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Lula assinou decreto, no dia da posse, que revogou medidas que facilitavam o acesso a armas e munições

A Polícia Federal iniciou, na última quarta-feira (2), o recadastramento das armas de fogo junto ao sistema dos equipamentos registrados no Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas).

Os donos de armas tem agora 60 dias para registrar o equipamento na PF.

O objetivo é unir todos os cadastros em um único sistema, o Sinarm (Sistema Nacional de Armas). Os caçadores, atiradores e colecionadores ( CACs ) , hoje controlados pelo Exército, também estão incluídos na medida.

A providência é um cumprimento do Decreto 11.366, assinado  pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia da posse e ocorre após uma portaria ser publicada pelo DOU (Diário Oficial da União) determinando a obrigatoriedade do cadastro eletrônico de armas.

Ainda segundo a portaria, que foi assinada pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Flávio Dino, “o não cadastramento das armas sujeitará ao proprietário a apreensão do respectivo armamento”. 

Para realizar o recadastramento, é preciso acessar um link disponível na página da Polícia Federal. A pessoa irá responder a três perguntas: se é proprietária, se comprou a arma depois de 7 de maio de 2019, dia primeiro decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre o tema, e se deseja entregar a arma de fogo na campanha de desarmamento.

Lula, no dia 1º de janeiro de 2023, assinou um decreto restringindo o acesso de armas e registros de CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores). Entre as limitações impostas estão:

  • a proibição do transporte de arma municiada;

  • a prática de tiro desportivo por menores de 18 anos;

  • a redução de seis para três a quantidade de armas que o cidadão comum pode ter posse.

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Fonte: IG Política

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ARTIGOS

Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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