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Em discurso polêmico, cacique Serene diz que Lula ‘não sobe a rampa’

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Em discurso polêmico, cacique Serene diz que Lula 'não sobe a rampa'
Reprodução – 13.12.2022

Em discurso polêmico, cacique Serene diz que Lula ‘não sobe a rampa’

O pastor José Acácio Serere Xavante (Patriota), cacique da etnia xavante afirmou que o presidente eleito,  Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não tomará posse do governo. Ele também questionou a lisura do sistema eleitoral brasileiro e chama o PT de “quadrilha”. Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o cacique falando sobre o assunto.

A fala antecedeu o discurso que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez a apoiadores, na última sexta-feira (9), no Palácio da Alvorada. “PT é quadrilha. Eles não podem tomar o nosso país. (…) Lula ladrão. Lula não vai subir a rampa, não vai tomar posse”.

O cacique foi preso temporariamente nesta segunda-feira (12) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Eleitoral, atendendo a pedido da Procuradoria Geral da República.

Moraes afirmou que Serere teria praticado condutas ilícitas em ato contra a vitória de Lula. O indígena teria convocado pessoas armadas a impedir a diplomação de candidatos eleitos.

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Em 30 de novembro de 2022, o cacique foi filmado em ato contra a vitória de Lula em frente ao Congresso Nacional. Na ocasião, disse que arrancaria Moraes do STF “pelo pescoço”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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