Brasil e Mundo
Em nota, chefes dos poderes rejeitam atos e pedem ‘paz e democracia’


Na manhã desta segunda-feira (9), os chefes dos poderes divulgaram uma nota conjunta “rejeitando” os “atos terroristas, de vandalismo , criminosos e golpistas que aconteceram na tarde de ontem em Brasília”.
Nesse domingo (8), bolsonaristas invadiram e vandalizaram os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF) . Os edifícios públicos da capital ficaram completamente depredados.
O comunicado é assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); pelo presidente do Senado em exercício, Veneziano Vital do Rêgo; pelo presidente da Câmara, Arthur Lira; e pela presidente do Supremo, Rosa Weber.
No texto, os líderes disseram estar “unidos para que as providências institucionais sejam tomadas, nos termos das leis brasileiras”. “Conclamamos a sociedade a manter a serenidade, em defesa da paz e da democracia em nossa pátria”, afirma a nota, compartilhada nas redes sociais.
“O país precisa de normalidade, respeito e trabalho para o progresso e justiça social da nação.”
O texto foi divulgado após encontro do petista com Weber .
Lula chegou cedo hoje ao Palácio do Planalto e a reunião começou por volta das 9h. Participam do encontro Rosa Weber , os ministros do Supremo Luiz Roberto Barroso e Dias Toffoli. Entre a equipe do governo, estão o vice-presidente, Geraldo Alckmin, os ministros da Justiça, Flávio Dino; Fazenda, Fernando Haddad; Casa Civil, Rui Costa; e Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Eles discutem as medidas que podem ser tomadas no momento diante dos atos antidemocráticos e da gravidade da situação que se passou no Distrito Federal.
A reunião foi realizada em um dos poucos ambientes do Palácio que não foram depredados durante os atos terroristas de ontem. O local tinha uma espécie de proteção especial, por isso não pôde ser invadido pelos bolsonaristas nos episódios desse domingo.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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