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Ibaneis Rocha diz que respeita o afastamento do cargo de governador

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Ibaneis Rocha

governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) declarou nesta segunda-feira (9), que respeita a  decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes , de afastá-lo do cargo por conta da falha de segurança durante os atos terroristas  que ocorreram em Brasília no último dia 8.

“Respeito a decisão do Ministro Alexandre de Moraes, mas reitero minha fé na Justiça e nas instituições democráticas. Vou aguardar com serenidade a decisão sobre as responsabilidades nos lamentáveis fatos que ocorreram em nossa Capital”, disse Ibaneis Rocha através de uma nota.

O governante disse também que confia na apuração que irá encontrar os responsáveis pelos atos “bem como a inteira disposição do Governo do Distrito Federal no sentido de evitar todo e qualquer ato que atentasse contra o patrimônio público de nossa Capital, jamais esperando que a situação atingisse o ponto a que, infelizmente, assistimos”. 

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Na madrugada desta segunda-feira, Alexandre de Moraes, decidiu afastar o atual governador do Distrito Federal do cargo por 90 dias. O ministro do STF tomou a decisão no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, do qual é relator, ao analisar um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e da Advocacia-Geral da União sobre o caso.

Pedido de desculpas

Ibaneis Rocha publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas ao presidente do Brasil, Lula da Silva (PT), pela destruição causada por apoiadores do ex-mandatário Jair Bolsonaro na tarde de domingo (8).

“Quero me dirigir aqui primeiramente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pedir desculpas pelo que aconteceu hoje na nossa cidade, à presidente do Supremo Tribunal Federal e ao meu amigo querido Arthur Lira (presidente da Câmara dos Deputados) e ao meu amigo Rodrigo Pacheco (líder do Senado)”, começou dizendo o governador.

Segundo Ibaneis, os bolsonaristas “são vândalos, terroristas, que terão de mim todo o efetivo combate para que sejam punidos”.

Afastamento do Cargo

Segundo Moraes, os atos terroristas ocorridos em Brasília na tarde de domingo (8) tiveram a consentimento do governo do Distrito Federal, já que a ‘organização’ do ato terrorista era conhecida das forças de segurança e do governador. 

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“A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira”, escreveu na decisão.

Moraes ainda disse que os ataques aos prédios e às instituições da República foram “desprezíveis” e não irão ficar impunes.

“Os desprezíveis ataques terroristas à democracia e às Instituições Republicanas serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores e os anteriores e atuais agentes públicos coniventes e criminosos, que continuam na ilícita conduta da prática de atos antidemocráticos”, afirmou.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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