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Indígenas manifestam contra eleição de Lula em aeroporto de Brasília

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Indígenas manifestam em aeroporto de Brasília
Reprodução: redes sociais – 02/12/2022

Indígenas manifestam em aeroporto de Brasília

Um grupo de indígenas apoiadores do p residente Jair Bolsonaro (PL ) manifesta contra o  presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na área de embarque Aeroporto Internacional de Brasília nesta sexta-feira (2). Eles entoam: “Se precisar, a gente acampa, mas o ladrão não sobe a rampa”.

Por conta das manifestações, voos atrasaram. A Inframerica, responsável pela administração do aeroporto, disse em nota que “a operação segue normal e está concentrada em uma outra sala de embarque do terminal”. Ela acrescentou que “dois voos registraram atraso devido à manifestação. Não há cancelamentos. As operações seguem normalmente.”

Além de serem contra a eleição de Lula, o grupo de indígenas também tem como alvo os ministros,  Alexandre de Moraes e Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Eles entoam “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” e ainda seguram cartazes que dizem: “Mundo, o Brasil pede socorro. A imprensa corrupta não quer mostrar a verdade para o mundo”.

A manifestação no aeroporto acontece um dia após um grupo de indígenas se reunir em frente ao Congresso Nacional, onde pediram transparência no processo eleitoral e disseram que o Judiciário teria beneficiado a candidatura do petista.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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